terça-feira, 17 de novembro de 2009

É dezembro afinal

Á pedidos, farei um conto (: dedidado a Kamilla Mathielo, ou simplesmente, minha amiga kamilinha *-*
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A luz do sol era tão forte e intensa que feria meus olhos, então deixei que os mesmos permanecessem fechados e permiti que minha cabeça tombasse para trás, a fim de que todos os raios de sol possíveis pudessem lamber meu rosto o tanto que quisessem. É dezembro afinal!

- Ei, Mari, podemos ficar aqui até quando quisermos, certo? - olhei para minha amiga com seu Hot Buttered reluzindo sob toda aquela luz de verão.

- Certo. - por um momento minha amiga olhou para mim através de seus óculos escuros, mas depois se voltou ao horizonte novamente (ou devo dizer para o... bom, para quem estava no mar?).

Eu sabia que era essa a resposta, mas como era bom demais para ser... acreditável, eu resolvi confirmar - o que você queria? Se estivesse no meu lugar, uma garota de 16 anos que passou de ano direto, também meio que acharia isso tudo inacreditável. Estava tudo tão... perfeito!
Apertei os olhos o máximo que pude debaixo do meu Ray Ban e, mais uma vez, deixem que o sol lambesse meu rosto com aquele calor delicioso.

De repente, sinto pequenas gotículas caindo sob minhas pernas, braços... Abri os olhos rapidamente procurando enlouquecidamente por qualquer vestígio de chuva; mas era só o Jorge todo molhado parado em minha frente, com sua inseparável Prancha.

- Oi - ele disse piscando seus cílios carregados de água (o que deixava os olhos azuis dele mais profundos e irresistíveis ainda) para mim.

- Oi - respondi, ainda com meu Ray Ban sob o rosto.

- O sol está tão bom assim? - ele perguntou, se sentando ao meu lado, de modo que jogou um pouco de areia em minha Melissa nova, mas tudo bem, se isso é o sacrifício que eu tinha de correr para ficar do lado do cara mais gostoso da escola, eu o deixaria jogar um caminhão de areia em cima de todas as minhas Melissas tranquilamente, mas enfim.

- Aham - assenti. Eu não queria parecer... fácil demais.

Mas eu meio que mudei de idéia quando ele se levantou e mandou:

- Vem, eu vou lhe comprar um sorvete. Ou um milk-shake. Não sei, o que você escolher.

Olhei de imediato para a Mari, que estava olhando para nós com uma sombrancelha perfeitamente recém-feita arquiada e o cenho franzido. Quando percebeu que estava esperando sua aceitação, fez um sinal positivo com a cabeça, incentivando-me. Abri um sorriso para minha melhor amiga.

- Vamos? - agora eu olhava para Jorge.

- Claro. - ele deu um sorriso estonteante para mim.

Caminhamos até a primeira barraquinha e nos sentamos - depois dele ter pagado dois milk-shakes - na sombra de um coqueiro.

- Altas ondas hoje? - perguntei, balançando meu milk-shake.

- Ah, o mar não tava tão bom assim.

Eu semicerrei os olhos, olhando-o.

- Você estava na areia, não no mar. - ele disse em tom explicativo e se aproximou um pouco mais de mim. Estávamos TÃO perto um do outro, que eu ouvia sua respiração.

Um vento tirou uma madeixa de meu cabelo e o jogou contra meu rosto, e ele o colocou de volta atrás de minha orelha, o que o fez ficar mais perto ainda.

Por um momento me esqueci de como se respirava.

- Nunca tinha percebido que você tinha sardinhas. Te deixam fofa, haha - ele disse, dando um sorriso torto.

- Obrigado - retruquei, sentindo minhas têmporas já quentes.

Lembrei-me de respirar, e logo depois soltei uma lufada de ar.

- Você sabe que não sou o que dizem, não é mesmo? - ele disse, agora com a expressão séria.

- Hã?! Do que você está falando, menino? - perguntei, espantada, com os olhos meio que... arregalados.

CONTINUAÇÃO SEM FALTA NO PRÓXIMO POST (CONFORME PEDIDOS)!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

everything to me ;)


Two is better than one... ♪

Eu nunca imaginei que sentiria algo assim a julgar pelo que eu pensava sobre relacionamentos hoje em dia. Nunca pensei que fosse me entregar inteira, de corpo e alma, para uma pessoa. Minha imaginação estava além disso, depositava meu futuro nas mãos de livros e mais livros, para mim, meu futuro seria isso. Uma carreira, uma profissão. Antes, era eu por mim mesma e mais ninguém! Mas, hoje, tenho bem mais do que um futuro me esperando, tenho um destino. Um destino que, na verdade, que me ensinou a viver - e a descobrir a minha verdadeira missão aqui na Terra.
Hoje, percebo que, não tem NENHUM segundo sequer que eu não lembro de seu sorriso, de seu calor, de sua voz e de seu cheiro. Eu simplesmente preciso disso para sobreviver, porque é exatamente isso que me dá forças para seguir sempre em frente. É o combustível, a razão, o motivo, é tudo-tudo-tudo! É... vital.
A primeira coisa que penso quando acordo, e a última antes de dormir é que, eu sinto falta disso tudo o tempo todo, e que eu não poderia suportar a idéia de nós dois separados. A minha metade longe de mim... nenhuma dor no mundo chega remotamente perto do aperto que eu sinto no coração só de pensar que isso pode acontecer. Não é nada complicado ou difícil de entender, eu só quero você!

Todas podem dizer que já sentiram algo assim ou qualquer coisa do gênero, mas eu tenho certeza absoluta que é mentira. O sentimento mais puro e verdadeiro, está comigo, e sempre esteve. Ninguém tem uma noção, do quanto eu fico feliz só de ver que está tudo bem, e, você pode não saber, mas quando estou do seu lado, de repente, tudo parece estar bem. Tudo feliz. Mesmo que o tempo que eu passe perto de você seja muito pouco para o tamanho do sentimento, e que as horas parecem que apostam corrida, quando eu olho para você e você diz que me ama, o tempo para, e eu percebo que eu tenho razão, que o que me prende no chão NÃO É e nem nunca foi a força da gravidade, e sim, você.
Sei que não sou boa o suficiente para te merecer e menos digna ainda de seu amor. Mas, eu seria um ser muito mais incapaz e idiota se o recusasse, no entanto, eu sou egoísta demais para recusar qualquer coisa que venha de você. E, para falar a verdade, não quero perder esse carinho todo nunca!Ain... é muuuu(...)uito difícil tentar explicar esse sentimento, ou o que quero te falar. Tenho uma séria dificuldade de me expressar quando o assunto é a pessoa mais importante desse mundo D: eu não consigo... :/ eu travo! Sei lá...
Mas sei que falar um simples "obrigado" seria pouco demais para agradecer tudo o que você tem feito por mim. Me proporcionando os melhores momentos de minha vida e me fazendo a garota MAIS feliz deste mundo! *-* Sei que sem você em minha vida, eu não seria nada. E, não sei o que seria dela sem você, porque a partir do momento que eu saio do seu lado, eu fico torçendo - na verdade, quase quebro o meu dedo fazendo figuinhas inúteis - para o tempo parar de se arrastar e amanhecer logo. E, o que me faz conseguir esperar horas e mais horas é saber que você vai estar lá. Sempre. E eu fico pensando, imaginando, sonhando e... Sentindo. Tentando dividir toooodo esse amor para várias marinas, porque eu não consigo fazer mais nada sem lembrar de nós dois. Mas não é possível, porque é MAIOR que eu. Eu sei que, eu sempre te amarei. Com todas as minhas forças e nutrientes, com todo o meu ser. Meu amor será eternamente seu. Dedicarei minha vida a te fazer feliz. Farei o possível e o impossível para o seu bem, se você está bem, eu estou bem. Juro que te aguentarei gritando pelo time contrário do meu, que te abraçarei quando você chegar do futebol (sabia que seu suor não fede? é incrível mas tem um cheiro realmente bom), que acordarei no meio da noite se você quiser leite ou algo do tipo, que te ajudarei e apoiarei nos momentos mais complicados, que olharei TODAS as suas besteirinhas fofas e tudo mais que você quiser. Mas, acima de tudo, te amarei infinitamente, inabalavelmente e incodicionalmente como venho amando. Você sabe que eu te daria o mundo se pudesse. Mas, na verdade, te desejo tooooooda a metade da felicidade do mundo, porque a outra metade já é minha, por ter te conhecido <3> os dias por Ele ter colocado você em minha vida. Foi a melhor coisa que já me aconteceu, pode ter certeza :D E, eu acho que já estou me acostumando com a idéia formidável de que Two is better than one...* afinal.
Te amo demais, meu único e verdadeiro amor, para toda a eternidade, porque se não for eterno, é porque será BEM MAIS além disso.
-
*Dois é melhor que um.

domingo, 8 de novembro de 2009

A Any está p-e-r-f-e-i-t-a nessa ft, né?
AIN, eu simplesmente gamei *-*
mt linda, mi hadita, hasta el fin. :*
-

Você entende que aqui tem um coração?
Está difícil de perceber, certo?
Pois eu lhe digo, existe sim.
E, ele bate. Pelo menos ainda.
Enquanto você viver,
isso bastará para minha existência.
Mesmo me ignorando;
quem sabe se esta não é sua maneira de amar?
Eu sinto que,
aí dentro, depois dessa submersão de frieza,
algo.
Algo que eu quero encontrar e exibir para todos.
Porque eu sei que,
você é bem mais do que só olhares duros e expressões vazias.
Adormecido aí dentro está,
tudo que um dia nunca sonhou que é.
Esperam coisas por ti,
e você está a meros passos de tudo isso.
Apenas abra um sorriso e diga: Eu Te Amo

domingo, 1 de novembro de 2009

Miss Invisible :}

Esse é pra vocês *-* haha, eu fiquei meio estranha, mas tá valendo! :D

Eu estou aqui,

mas será possível que ninguém me vê?

Eu só queria que,

você soubesse que sempre estive aqui.

Por que os olhares,

atravessam e nunca param sobre mim?

Queria poder,

ao menos uma vez, olhar-te nos olhos.

Eu também tenho sentimentos,

e eles batem por ti.

Por mais que eu grite,

nunca vou me adaptar a isso tudo.

Mas preciso,

porque o tempo passa.

Mas, juro,

que algum dia,

eu abrirei um sorriso, junto de um novo dia,

e isso será meu destino,

porque iluminará a madrugada mais escura e sombria.

E daí não mais serei apenas,

uma senhorita invisível, como sempre fui.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Giiiiiiiiirls *-*
eu tô tão enrolada esses dias.. tanto na escola como fora dela D: na escola, trabalhos e mais trabalhos. Fora dela, um monte de problemas.. :/ isso tira minha inspiração, por Deus! KKKKKK.
tô trabalhando na continuação dos textos, como prometido, se isso serve de consolo.
Só vim aqui avisar que eu não abandonei nem nada, viu? tô sempre aqui! s2 s2'
bjs :*

domingo, 11 de outubro de 2009

os castelos distantes .-.

geeeente, isso aqui não é a continuação do último texto, tá? posto ele no próximo post *----* amei os comentário! obg mesmo :*
-
Quando eu o vi pela primeira vez, não soube se meu coração disparou ou se parou de bater subitamente. As borboletas em meu estômago não me deixavam pensar em mais nada a não ser na minha concentração compenetrada em continuar respirando – ou pelo menos tentar.
Suas madeixas douradas contornavam seu rosto másculo com cachos largos, brilhantes e sedosos. Seus olhos escuros eram mais profundos que o pior dos pesadelos; e como nos mesmos, eu não conseguia me soltar. A força de seu olhar parecia ter me arrastado a uma outra dimensão pela sua imensidão indescritível. Seu corpo, coberto por roupas caras escondiam meses e mais meses de malhação pesada em ua academia qualquer – pelo menos foi o que deduzi quando percebi seus bíceps marcados na camiseta apertada.
Todos os olhares se voltaram para ele, no mesmo momento em que irrompeu pela porta – todos os olhares femininos, pelo menos – e ele caminhou com seu jeito “largadão”, todo despreocupado até um grupo de meninos.
Ele dava gargalhadas divertidas, despertando assim dentes perfeitamente escovados, cintilantes, que ofuscavam qualquer brilho que eu já tenha visto. Soltava a cabeça para trás, em um gesto... gracioso. Não posso descrever como nada mais além disso. Eu sentia os olhares (femininos) perfurando-os pela costas a cada vez que ele soltava uma lufada de ar. E eu continuava sentido seu perfume, mesmo que á metros de distância, o seu cheiro me lambia, envolvendo-me em golpeios. Eu sentiria esse perfume, reconheceria essa voz, mesmo se estivesse no meio de uma multidão inteira.
E, de repente, ele estava ali, na minha frente, falando algo. Comigo.
— Como anda a vida? – ele perguntou em uma voz sedosa e envolvente.
— Hm, acho que você já sabe que ela é um marasmo – respondi, agora, compenetrada em falar coisas coerentes.
­ — É, isso eu já sei – ele franziu o cenho – então nada de novidades?
— Isso aí, garoto! – falei enquanto estalava os dedos e ele arqueava uma sombrancelha grossa.
— Quarta-feira é seu aniversário, certo? – Ah, meu Deus. Quer dizer que ele sabe a data do meu aniversário? Já é um bom começo.
— Aham – assenti, dando de ombros.
— Então, vamos comemorar na lanchonete, perto da sua casa. Sabe qual é ou preciso marcar em um outro de lá antes de partirmos? – ele disse em um tom meio que (para minha completa infelicidade) afável.
— Er, eu n-não... – gaguejei em resposta.
— ...Eu pago a conta, ok? – ele abriu um sorriso largo – eu te pego ás oito.
Bom, por lei decretada pela FMG (Federação Mundial das Garotas), quando um garoto atraente, ou gato, como você preferir, te convida para ir a lanchonete e ainda oferece para te buscar em casa é lógico que você responde:
— Não. – falei, a voz soando aguda demais para mim.
— Ah, Chri-is – não sei como, mas ele fazia meu nome ficar com sílabas a mais, e, te garanto que isso era realmente interessante –, por faaaaavor?!
Ok, não era bem um “não”, aquilo foi meio irracional da minha parte, mas quando ele insiste ainda mais nisso, aí você se entrega e agora sim, responde:
— Então tá, né – fiz um biquinho.
Ele deu um beijo no topo de minha cabeça, como sempre faz, e, eu automaticamente inspirei mais fundo a essência de seu perfume, de seu cheiro. Sim, ele era meu amigo. Apenas meu amigo, infelizmente.
— A gente se vê – ouvi ele falando em cima dos ombros enquanto saia dali.
Agora eu sentia os olhares de todas as meninas perfurando a ninguém menos que... eu. Fúria, inveja, e tudo o que você possa imaginar. Realmente acho que elas me matariam com dois tiros na cabeça. Uma morte cruel... Nada mal para uma briga selvagem pelo gato da escola. Existe alguma lei que impede os funcionários da escola de revistar as bolsas das alunas cheias de ódio correndo incontrolavelmente por todo o corpo? É, eu acho que não. Droga!

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Se gostarem, eu continuo, bgs :*

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Seus olhos cintilavam para mim uma fúria jamais revelada. Sim, era mais do que justo. Ah, a doce vingança!
Eu olhei vagarosamente sua mão lívida - a não ser pelas cores vibrantes que suas veias insistiam em explodir através de sua pele de mármore -, seu rosto inexpressivo com o brilho da vitória, suas madeixas longas e escuras juntadas de qualquer jeito em uma rabo-de-cavalo desajeitado. E... ah, claro. Sua bota preta de salto alto que me dava arrepios, só para constar. Mas, mesmo assim, mesmo com um turbilhão de coisas vagando em minha mente, não era possível negar que, o que corria enlouquecidamente em meu sangue era medo. E pura adrenalina.
- Você me dá nojo - ouvi sua voz de sinos tilintar enquanto arqueva uma sombrancelha perfeitamente recém feita.
- Eu só sinto de você, querida - pigarreei, a voz soando insegura. Ela franziu o cenho e depois explociu em gargalhadas. E a próxima coisa que eu vi foi o chão. Duro e gélido se esmagando contra o meu rosto. E depois, escuridão, somente a escuridão.

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meninas, continuação no próximo post, oks? *-*
desculpem pela demora D: SEMANA DE PROVAS. aaaaargh
beeeeijos :*