terça-feira, 17 de novembro de 2009

É dezembro afinal

Á pedidos, farei um conto (: dedidado a Kamilla Mathielo, ou simplesmente, minha amiga kamilinha *-*
----x----
A luz do sol era tão forte e intensa que feria meus olhos, então deixei que os mesmos permanecessem fechados e permiti que minha cabeça tombasse para trás, a fim de que todos os raios de sol possíveis pudessem lamber meu rosto o tanto que quisessem. É dezembro afinal!

- Ei, Mari, podemos ficar aqui até quando quisermos, certo? - olhei para minha amiga com seu Hot Buttered reluzindo sob toda aquela luz de verão.

- Certo. - por um momento minha amiga olhou para mim através de seus óculos escuros, mas depois se voltou ao horizonte novamente (ou devo dizer para o... bom, para quem estava no mar?).

Eu sabia que era essa a resposta, mas como era bom demais para ser... acreditável, eu resolvi confirmar - o que você queria? Se estivesse no meu lugar, uma garota de 16 anos que passou de ano direto, também meio que acharia isso tudo inacreditável. Estava tudo tão... perfeito!
Apertei os olhos o máximo que pude debaixo do meu Ray Ban e, mais uma vez, deixem que o sol lambesse meu rosto com aquele calor delicioso.

De repente, sinto pequenas gotículas caindo sob minhas pernas, braços... Abri os olhos rapidamente procurando enlouquecidamente por qualquer vestígio de chuva; mas era só o Jorge todo molhado parado em minha frente, com sua inseparável Prancha.

- Oi - ele disse piscando seus cílios carregados de água (o que deixava os olhos azuis dele mais profundos e irresistíveis ainda) para mim.

- Oi - respondi, ainda com meu Ray Ban sob o rosto.

- O sol está tão bom assim? - ele perguntou, se sentando ao meu lado, de modo que jogou um pouco de areia em minha Melissa nova, mas tudo bem, se isso é o sacrifício que eu tinha de correr para ficar do lado do cara mais gostoso da escola, eu o deixaria jogar um caminhão de areia em cima de todas as minhas Melissas tranquilamente, mas enfim.

- Aham - assenti. Eu não queria parecer... fácil demais.

Mas eu meio que mudei de idéia quando ele se levantou e mandou:

- Vem, eu vou lhe comprar um sorvete. Ou um milk-shake. Não sei, o que você escolher.

Olhei de imediato para a Mari, que estava olhando para nós com uma sombrancelha perfeitamente recém-feita arquiada e o cenho franzido. Quando percebeu que estava esperando sua aceitação, fez um sinal positivo com a cabeça, incentivando-me. Abri um sorriso para minha melhor amiga.

- Vamos? - agora eu olhava para Jorge.

- Claro. - ele deu um sorriso estonteante para mim.

Caminhamos até a primeira barraquinha e nos sentamos - depois dele ter pagado dois milk-shakes - na sombra de um coqueiro.

- Altas ondas hoje? - perguntei, balançando meu milk-shake.

- Ah, o mar não tava tão bom assim.

Eu semicerrei os olhos, olhando-o.

- Você estava na areia, não no mar. - ele disse em tom explicativo e se aproximou um pouco mais de mim. Estávamos TÃO perto um do outro, que eu ouvia sua respiração.

Um vento tirou uma madeixa de meu cabelo e o jogou contra meu rosto, e ele o colocou de volta atrás de minha orelha, o que o fez ficar mais perto ainda.

Por um momento me esqueci de como se respirava.

- Nunca tinha percebido que você tinha sardinhas. Te deixam fofa, haha - ele disse, dando um sorriso torto.

- Obrigado - retruquei, sentindo minhas têmporas já quentes.

Lembrei-me de respirar, e logo depois soltei uma lufada de ar.

- Você sabe que não sou o que dizem, não é mesmo? - ele disse, agora com a expressão séria.

- Hã?! Do que você está falando, menino? - perguntei, espantada, com os olhos meio que... arregalados.

CONTINUAÇÃO SEM FALTA NO PRÓXIMO POST (CONFORME PEDIDOS)!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

everything to me ;)


Two is better than one... ♪

Eu nunca imaginei que sentiria algo assim a julgar pelo que eu pensava sobre relacionamentos hoje em dia. Nunca pensei que fosse me entregar inteira, de corpo e alma, para uma pessoa. Minha imaginação estava além disso, depositava meu futuro nas mãos de livros e mais livros, para mim, meu futuro seria isso. Uma carreira, uma profissão. Antes, era eu por mim mesma e mais ninguém! Mas, hoje, tenho bem mais do que um futuro me esperando, tenho um destino. Um destino que, na verdade, que me ensinou a viver - e a descobrir a minha verdadeira missão aqui na Terra.
Hoje, percebo que, não tem NENHUM segundo sequer que eu não lembro de seu sorriso, de seu calor, de sua voz e de seu cheiro. Eu simplesmente preciso disso para sobreviver, porque é exatamente isso que me dá forças para seguir sempre em frente. É o combustível, a razão, o motivo, é tudo-tudo-tudo! É... vital.
A primeira coisa que penso quando acordo, e a última antes de dormir é que, eu sinto falta disso tudo o tempo todo, e que eu não poderia suportar a idéia de nós dois separados. A minha metade longe de mim... nenhuma dor no mundo chega remotamente perto do aperto que eu sinto no coração só de pensar que isso pode acontecer. Não é nada complicado ou difícil de entender, eu só quero você!

Todas podem dizer que já sentiram algo assim ou qualquer coisa do gênero, mas eu tenho certeza absoluta que é mentira. O sentimento mais puro e verdadeiro, está comigo, e sempre esteve. Ninguém tem uma noção, do quanto eu fico feliz só de ver que está tudo bem, e, você pode não saber, mas quando estou do seu lado, de repente, tudo parece estar bem. Tudo feliz. Mesmo que o tempo que eu passe perto de você seja muito pouco para o tamanho do sentimento, e que as horas parecem que apostam corrida, quando eu olho para você e você diz que me ama, o tempo para, e eu percebo que eu tenho razão, que o que me prende no chão NÃO É e nem nunca foi a força da gravidade, e sim, você.
Sei que não sou boa o suficiente para te merecer e menos digna ainda de seu amor. Mas, eu seria um ser muito mais incapaz e idiota se o recusasse, no entanto, eu sou egoísta demais para recusar qualquer coisa que venha de você. E, para falar a verdade, não quero perder esse carinho todo nunca!Ain... é muuuu(...)uito difícil tentar explicar esse sentimento, ou o que quero te falar. Tenho uma séria dificuldade de me expressar quando o assunto é a pessoa mais importante desse mundo D: eu não consigo... :/ eu travo! Sei lá...
Mas sei que falar um simples "obrigado" seria pouco demais para agradecer tudo o que você tem feito por mim. Me proporcionando os melhores momentos de minha vida e me fazendo a garota MAIS feliz deste mundo! *-* Sei que sem você em minha vida, eu não seria nada. E, não sei o que seria dela sem você, porque a partir do momento que eu saio do seu lado, eu fico torçendo - na verdade, quase quebro o meu dedo fazendo figuinhas inúteis - para o tempo parar de se arrastar e amanhecer logo. E, o que me faz conseguir esperar horas e mais horas é saber que você vai estar lá. Sempre. E eu fico pensando, imaginando, sonhando e... Sentindo. Tentando dividir toooodo esse amor para várias marinas, porque eu não consigo fazer mais nada sem lembrar de nós dois. Mas não é possível, porque é MAIOR que eu. Eu sei que, eu sempre te amarei. Com todas as minhas forças e nutrientes, com todo o meu ser. Meu amor será eternamente seu. Dedicarei minha vida a te fazer feliz. Farei o possível e o impossível para o seu bem, se você está bem, eu estou bem. Juro que te aguentarei gritando pelo time contrário do meu, que te abraçarei quando você chegar do futebol (sabia que seu suor não fede? é incrível mas tem um cheiro realmente bom), que acordarei no meio da noite se você quiser leite ou algo do tipo, que te ajudarei e apoiarei nos momentos mais complicados, que olharei TODAS as suas besteirinhas fofas e tudo mais que você quiser. Mas, acima de tudo, te amarei infinitamente, inabalavelmente e incodicionalmente como venho amando. Você sabe que eu te daria o mundo se pudesse. Mas, na verdade, te desejo tooooooda a metade da felicidade do mundo, porque a outra metade já é minha, por ter te conhecido <3> os dias por Ele ter colocado você em minha vida. Foi a melhor coisa que já me aconteceu, pode ter certeza :D E, eu acho que já estou me acostumando com a idéia formidável de que Two is better than one...* afinal.
Te amo demais, meu único e verdadeiro amor, para toda a eternidade, porque se não for eterno, é porque será BEM MAIS além disso.
-
*Dois é melhor que um.

domingo, 8 de novembro de 2009

A Any está p-e-r-f-e-i-t-a nessa ft, né?
AIN, eu simplesmente gamei *-*
mt linda, mi hadita, hasta el fin. :*
-

Você entende que aqui tem um coração?
Está difícil de perceber, certo?
Pois eu lhe digo, existe sim.
E, ele bate. Pelo menos ainda.
Enquanto você viver,
isso bastará para minha existência.
Mesmo me ignorando;
quem sabe se esta não é sua maneira de amar?
Eu sinto que,
aí dentro, depois dessa submersão de frieza,
algo.
Algo que eu quero encontrar e exibir para todos.
Porque eu sei que,
você é bem mais do que só olhares duros e expressões vazias.
Adormecido aí dentro está,
tudo que um dia nunca sonhou que é.
Esperam coisas por ti,
e você está a meros passos de tudo isso.
Apenas abra um sorriso e diga: Eu Te Amo

domingo, 1 de novembro de 2009

Miss Invisible :}

Esse é pra vocês *-* haha, eu fiquei meio estranha, mas tá valendo! :D

Eu estou aqui,

mas será possível que ninguém me vê?

Eu só queria que,

você soubesse que sempre estive aqui.

Por que os olhares,

atravessam e nunca param sobre mim?

Queria poder,

ao menos uma vez, olhar-te nos olhos.

Eu também tenho sentimentos,

e eles batem por ti.

Por mais que eu grite,

nunca vou me adaptar a isso tudo.

Mas preciso,

porque o tempo passa.

Mas, juro,

que algum dia,

eu abrirei um sorriso, junto de um novo dia,

e isso será meu destino,

porque iluminará a madrugada mais escura e sombria.

E daí não mais serei apenas,

uma senhorita invisível, como sempre fui.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Giiiiiiiiirls *-*
eu tô tão enrolada esses dias.. tanto na escola como fora dela D: na escola, trabalhos e mais trabalhos. Fora dela, um monte de problemas.. :/ isso tira minha inspiração, por Deus! KKKKKK.
tô trabalhando na continuação dos textos, como prometido, se isso serve de consolo.
Só vim aqui avisar que eu não abandonei nem nada, viu? tô sempre aqui! s2 s2'
bjs :*

domingo, 11 de outubro de 2009

os castelos distantes .-.

geeeente, isso aqui não é a continuação do último texto, tá? posto ele no próximo post *----* amei os comentário! obg mesmo :*
-
Quando eu o vi pela primeira vez, não soube se meu coração disparou ou se parou de bater subitamente. As borboletas em meu estômago não me deixavam pensar em mais nada a não ser na minha concentração compenetrada em continuar respirando – ou pelo menos tentar.
Suas madeixas douradas contornavam seu rosto másculo com cachos largos, brilhantes e sedosos. Seus olhos escuros eram mais profundos que o pior dos pesadelos; e como nos mesmos, eu não conseguia me soltar. A força de seu olhar parecia ter me arrastado a uma outra dimensão pela sua imensidão indescritível. Seu corpo, coberto por roupas caras escondiam meses e mais meses de malhação pesada em ua academia qualquer – pelo menos foi o que deduzi quando percebi seus bíceps marcados na camiseta apertada.
Todos os olhares se voltaram para ele, no mesmo momento em que irrompeu pela porta – todos os olhares femininos, pelo menos – e ele caminhou com seu jeito “largadão”, todo despreocupado até um grupo de meninos.
Ele dava gargalhadas divertidas, despertando assim dentes perfeitamente escovados, cintilantes, que ofuscavam qualquer brilho que eu já tenha visto. Soltava a cabeça para trás, em um gesto... gracioso. Não posso descrever como nada mais além disso. Eu sentia os olhares (femininos) perfurando-os pela costas a cada vez que ele soltava uma lufada de ar. E eu continuava sentido seu perfume, mesmo que á metros de distância, o seu cheiro me lambia, envolvendo-me em golpeios. Eu sentiria esse perfume, reconheceria essa voz, mesmo se estivesse no meio de uma multidão inteira.
E, de repente, ele estava ali, na minha frente, falando algo. Comigo.
— Como anda a vida? – ele perguntou em uma voz sedosa e envolvente.
— Hm, acho que você já sabe que ela é um marasmo – respondi, agora, compenetrada em falar coisas coerentes.
­ — É, isso eu já sei – ele franziu o cenho – então nada de novidades?
— Isso aí, garoto! – falei enquanto estalava os dedos e ele arqueava uma sombrancelha grossa.
— Quarta-feira é seu aniversário, certo? – Ah, meu Deus. Quer dizer que ele sabe a data do meu aniversário? Já é um bom começo.
— Aham – assenti, dando de ombros.
— Então, vamos comemorar na lanchonete, perto da sua casa. Sabe qual é ou preciso marcar em um outro de lá antes de partirmos? – ele disse em um tom meio que (para minha completa infelicidade) afável.
— Er, eu n-não... – gaguejei em resposta.
— ...Eu pago a conta, ok? – ele abriu um sorriso largo – eu te pego ás oito.
Bom, por lei decretada pela FMG (Federação Mundial das Garotas), quando um garoto atraente, ou gato, como você preferir, te convida para ir a lanchonete e ainda oferece para te buscar em casa é lógico que você responde:
— Não. – falei, a voz soando aguda demais para mim.
— Ah, Chri-is – não sei como, mas ele fazia meu nome ficar com sílabas a mais, e, te garanto que isso era realmente interessante –, por faaaaavor?!
Ok, não era bem um “não”, aquilo foi meio irracional da minha parte, mas quando ele insiste ainda mais nisso, aí você se entrega e agora sim, responde:
— Então tá, né – fiz um biquinho.
Ele deu um beijo no topo de minha cabeça, como sempre faz, e, eu automaticamente inspirei mais fundo a essência de seu perfume, de seu cheiro. Sim, ele era meu amigo. Apenas meu amigo, infelizmente.
— A gente se vê – ouvi ele falando em cima dos ombros enquanto saia dali.
Agora eu sentia os olhares de todas as meninas perfurando a ninguém menos que... eu. Fúria, inveja, e tudo o que você possa imaginar. Realmente acho que elas me matariam com dois tiros na cabeça. Uma morte cruel... Nada mal para uma briga selvagem pelo gato da escola. Existe alguma lei que impede os funcionários da escola de revistar as bolsas das alunas cheias de ódio correndo incontrolavelmente por todo o corpo? É, eu acho que não. Droga!

-
Se gostarem, eu continuo, bgs :*

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Seus olhos cintilavam para mim uma fúria jamais revelada. Sim, era mais do que justo. Ah, a doce vingança!
Eu olhei vagarosamente sua mão lívida - a não ser pelas cores vibrantes que suas veias insistiam em explodir através de sua pele de mármore -, seu rosto inexpressivo com o brilho da vitória, suas madeixas longas e escuras juntadas de qualquer jeito em uma rabo-de-cavalo desajeitado. E... ah, claro. Sua bota preta de salto alto que me dava arrepios, só para constar. Mas, mesmo assim, mesmo com um turbilhão de coisas vagando em minha mente, não era possível negar que, o que corria enlouquecidamente em meu sangue era medo. E pura adrenalina.
- Você me dá nojo - ouvi sua voz de sinos tilintar enquanto arqueva uma sombrancelha perfeitamente recém feita.
- Eu só sinto de você, querida - pigarreei, a voz soando insegura. Ela franziu o cenho e depois explociu em gargalhadas. E a próxima coisa que eu vi foi o chão. Duro e gélido se esmagando contra o meu rosto. E depois, escuridão, somente a escuridão.

-

meninas, continuação no próximo post, oks? *-*
desculpem pela demora D: SEMANA DE PROVAS. aaaaargh
beeeeijos :*

quinta-feira, 24 de setembro de 2009


Seu hálito fazia cócegas em minha nuca,

então resolvi me entregar a essa piada deliciosa.

Suas madeixas douradas seguiam o vento,

então resolvi dançar junto com ele.

Seus olhos me diziam tudo,

então resolvi transforma-las em palavras.

EU TE AMO ♥

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A imagem de seu rosto perfeito ainda era bem nítida para mim. O embaçado de minha mente não me impedia de vê-lo quando eu fechava os olhos. Ele ainda estava ali comigo, e eu sabia que isso era a mais pura verdade.
Abro os olhos. Ainda estou no aeroporto.
- Ele já foi - ouvi a voz de minha amiga ecoando - vamos embora.
- Eu não quero ir - retruquei, a voz gélida.
- Não adianta - ela falou, olhando um último avião que acabara de pousar - mas é você quem decide.
Enterrei a cabeça nas mãos para deixar que minhas lágrimas fizessem o serviço mais uma vez; mas foi aí que algo pesado e quente encostou em meu ombro nu. Olhei automaticamente para trás, os olhos irritados e vermelhos.
- O que foi? - minha voz soou um tanto quanto insegura e rouca.
- Você está bem? - o cara mandou.
- Melhor do que nunca - falei, mais insegura que nunca.
- Não parece - ele tirou uma das mãos do bolso de sua jaqueta de motoqueiro e passou pelos cabelos dourados.
- Mas estou, muito obrigado - disse, me virando. Mas os dedos do cara enlaçaram meu braço em um aperto de aço.
- Vamos, venha comer algo - ele disse fazendo um gesto com a cabeça para minha amiga ainda pasma.
Eu não sei porque, mas, não lutei. Fui com o cara.
- Como é o seu nome, mesmo?
- Laís.
- Bem, meu nome é Fábio, prazer - um sorriso brincou em seus lábios.
Não respondi. Apenas abri um sorriso, tentando abafar a voz que dizia que meu grande amor estava, nesse exato momento, voando para o outro lado do continente.
-
bom, gente, tá aí, espero que gostem, viu? e desculpe a demora, oks?
amo vocês <3
beeeeijos auspiciosos :*

terça-feira, 1 de setembro de 2009

volteeeeeei *-*


guriiiiiiiiias <3
OMG OMG OMG, eu senti taaaaanta falta de vocês! mas agora voltei *-* implorei para o meu pai deixar e pá... tô mega-feliz, haha :)
escrevi um tanto de textinhos para vocês, é só digitar :} no próximo post já tem histórias .-.
AH queria agradecer o apoio de vocês, o carinho *o* fiquei emocionada com os comentário e tudo o mais. obrigado mesmo, girls; vocês são muito importantes para mim (sabem, né?)
também queria contar para vocês que estou meia doentinha HIHI que estão asfaltando a minha rua *----------* ok, isso nem foi tão interessante :b esses dias foram todos no máximo... normais, como sempre são né '-'
anyway, agora tenho que ir porq tenho um mooooonte de trabalhos e deveres de casa tudo para entregar amanhã! leia-se: estou completamente, completamente frita.
oks, deixa eu ir.
beijo, beijo :*

sábado, 22 de agosto de 2009

AVISO! URGEEEENTE.

MENINAAAAAAAAS :) leiaaaaam, please.
AH aconteceu umas coisas aí e eu vou ficar sem computador até o mês que vem D: de vez em quando tento dar uma passadinha aqui ou peço para alguém postar, oks? mas por favor, por favor, por faaaaaavor, POR FAVOR não me abandonem, hein?
não abandonei, só avisando. como disse, passo aqui ás vezes, gurias!
Mil vezes desculpa *-* obg desde já pela compreensão.
já estou sentindo falta disso aqui T_T amo muito <3
até logo, girls :*

domingo, 16 de agosto de 2009

selo :*


Regras:
1) Exiba a imagem do selo "Olha que blog maneiro".
2) Poste o link do blog que te indicou.
3) Indique 6 blogs de sua preferência.
4) Avise seus indicados.
5) Publique as regras.
6) Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
-
bom, o blog que me indicou foi: http://www.marihmenezesblog.blogspot.com/, da minha xará Mari *-* muuuuito obrigado pelo selinho, mari, a-m-e-i. obrigado meeeeesmo :B
anyway, os seis blogs são esses aí *-----* fico por aqui, girls.
AH próximo post, dedicado ao meu pai <3
beeeeeijos :*

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Sorrir, sorrir, sorrir :D

Quando não há mais nada em que você possa se agarrar; quando não há mais motivo nem razão; quando tudo parece difícil demais; quando nada dá certo; quando os pesadelos reinam sobre os sonhos; quando não se escuta nada de bom; quando você não tiver forças suficientes para se levantar; quando as lágrimas pesam muito; quando cantar e dançar não faz muito sentido; quando comer chocolate e beber coca-cola não funcionam mais tão bem quanto funcionava; quando estiver só; quando não conseguir seguir em frente...
apenas sorria, isso basta :)
-

AH queria dedicar esse post para duas amigas minhas *-----* para a Lú e para a Kamilinha. As duas fizeram aniversário essa semana *o* dia 10 e 11. tuuuuuudo de bom para elas <3>
oô, jesuuuuuuuuus! esqueci total de contar para vocês que eu já ganhei o Once Upon A Time, em segundo, segundo de novo e terceiro (se não me engano). Mas, nessa última edição, eu consegui! Primeiro Lugar *-* estou tããããão feliz IHA parabéns à todas meninas de lá, tanto moderação, quanto participantes :B todas são uns doces :J

FOI ONTEM que a Day conheceu a hadita õ/ siiiiim, ela foi conhecer a Anahi! estou pirando aqui, ela ainda não deu notícias. mas recebeu minha carta. e pelo visto, acho que gostou.
e, gurias, eu comprei m-e-u The Sims 3! mais ainda nem instalei... D:

enfim pessoal, mais uma vez, desculpa a demora para postar, semana de provas é mato T_T me muero geral com isso.
ok, ok. tô falando demais, o troço ficou até maior que meu textinho :b
beijo, beijo girls :*

domingo, 9 de agosto de 2009

O amor é cego :}

- Drake, amor, é você? - perguntei, sentindo o cheiro de seu perfume se espalhando vagarosamente no ar.
- Sim - ele respondeu, sua voz trovejando pelos quatro cantos daquele pequeno quarto.
Fui andando até aonde imaginei que ele estava a julgar pelo cheiro, mas na metade do caminho algo jogado no chão me fez tropeçar.
Mas - felizmente - algo quente e forte me segurou antes que eu sentisse o chão se esmagar contra o meu rosto.
- Epa - murmurei, o sangue subindo para o meu rosto, sentindo-o ficar quente de imediato. Posso jurar que minhas feições poderiam ficar ficar realmente vermelhas, as maçãs do rosto como se alguém as marcasse com um Marca-Texto vermelho ou esfriasse um George Foremann Grill ali.
- Já disse que você precisa ter... - Drake começou a dizer, usando o seu tipo de voz paterna-e-responsável. Que eu, por acaso, se você me perguntar, verdadeiramente odeio. Nada meio que normal para um namorado - acho que namorado não é palavra certa, mas enfim.
- ...mais cuidado. Eu sei - soltei para ele.
Ele afagou meu rosto ainda em chamas pelo enrubescimento.
- Maggie, querida...
- Ah, não Drake. Por Deus, de novo n-ã-o - pedi, a voz soando suplicante e tentando achar sua boca, apalpando seu rosto.
- Ok - ele concordou.
Abri um sorriso largo.
- Como estou? - perguntei, imaginando a resposta dele.
- Linda, como sempre - ele respondeu, gentil, mas verdadeiro - você é linda.
- Obrigado - quase cantarolei para ele, jogando meus braços em torno de seu pescoço.
- Absolutamente perfeita - ele continuou.
- Certeza?
- Aham - senti as lufadas de ar quando ele deveria estar assentindo.

- Então... Vamos?! - perguntei, endireitando-me.
- Sim - e segurou minha mão e então saímos dali.

- Aonde estamos, amor? - perguntei, anciosa.
- Calma, donzela - ele disse, zombeteiro - estamos quase chegando.
- Drake! - protestei. Isso era tão injusto! Eu sempre ser a última a saber de tudo.
Depois de alguns minutos, dei uma fungada e senti cheiro de um ar diferente, cheiro de marezia, com sal, sei lá. Sentia também alguns grãozinhos sendo levados - e obrigados - a virem de encontro a minha perna.
Acho que Drake percebeu quando comecei a sorrir para o, hm, nada exatamente.
- Chegamos - ele parou de repente.
Ele sabia que meu sonho era conhecer a praia, o mar? Caramba, ele sabia mais de mim do que eu poderia imaginar.
- Aaaaah, Drake - algumas lágrimas foram expulsas de meus olhos cegos.
Ele me puxou para si, e beijou meu cabelo.
- Gostou? - disse ainda acariciando as madeixas de meu cabelo.
- Você... s-sabia que era m-meu sonho, não é? - eu consegui dizer entre os soluços.
- É... venha - chamou e me puxou para algum lugar.
Caminhei o que poderia ser alguns metros e Drake largou minha mão.
- Drake? Cadê você?! - perguntei, de repente desesperada.
- Calma, eu estou aqui - e senti ele tirar minhas sandálias.
- Para que isso? - falei meio que enxugando as quase-lágrimas.
- Você verá - e mais uma vez, tomou minha mão e me levou para o desconhecido.
Senti algo molhado se derramando em meus pés, e, logo soltei:
- Drake! Vamos voltar, agora. Não posso.
- Maggie, confie em mim. Por favor - ele pediu.
- Não, não. Eu quero voltar.
- Por favor, Maggie - pediu ele de novo, e, estava difícil de resistir.
- Drake, eu não consigo, ok?
- Você tem a mim. Não vai lhe acontecer nada.
Apertei a sua mão mais forte e a água começou a acariciar meus tornozelos.
Quando a água estava um pouco acima do meu joelho, ele parou.
- Amor? - ele perguntou, com a voz sedosa, segurando minha outra mão.
- Oi? - eu disse, já emocionada com o que quer que ele fosse dizer.
- Eu não amaria você tanto assim se não estivesse fazendo tupo isso. E eu faria qualquer coisa por você, minha linda. Você faz parte de mim, e é por nós que eu vivo. Então, estamos aqui, em meio de um sonho, e eu Drake Moollron, queria te pedir algo.
Estava totalmente atônita. Resolvi ficar calada, já que não conseguia formular nada coerente.
- Quer casar comigo?
- É claaaaaaaro que eu quero!
Ei, não me olhe assim, eu ainda continuo tendo dezessete anos. E não é por isso que eu não vou casar.
- Eu te amo, eu te amo, eu te amo.
- Também, meu bebê - falei - ah, eu não acredito! Não, isso não pode ser verdade - repeti para mim mesma.
Ele colocou um anel no meu dedo, e, me puxou para um beijo.
"O que os olhos não veem o coração não sente" será mesmo verdade?
Meus olhos podem até não enxergar. Mas eu continuo sentindo. Amando. E é isso que importa, nada vai mudar esse sentimento tção verdadeiro, tão profundo que é o amor. É o que eu estou sentindo.
Casamento... por que não, afinal?


Pauta para o Once Upon A Time
-
PS.: Feliz Dia dos Paaaaais :*

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Um sonho que se realiza;

— Ela é esquisita, ok?! – ouvi Ashley Phillips murmurar para alguma outra loura-de-unhas-impecáveis-e-animadora-de-torcida.
— Total. Estranha mesmo – ouvi outra concordar.
Forcei meus pés a dar alguns passos mais apressados. O ar parecia pesado, impuro... irrespirável demais quando ela estava por perto.
Joshua – ou simplesmente Josh, como prefere ser chamado – e seus amigos riam e mastigavam seus hambúrgueres de carne com a boca aberta do outro lado do pátio.
Ajeitei meus óculos, e comecei a me aproximar deles. Comprimi meus livros com um pouco mais de força contra o peito. Na verdade eu me senti meio mal quando passei por eles e os burburinhos aumentaram. Dava para sentir os olhares perfurando minhas costas. Quero dizer, eu não sou o tipo de garota que daria tudo para ser como Ashley Phillips nem nada do tipo. Não chega a tanto. Não mesmo.
Atravessei o resto do pátio antes que você possa dizer a palavra: Satânico.
— Hã, Lucy – ouvi Dave dizer – seu violão já está lá dentro – fez ele, animado.
— Ah, obrigado, Dave – disse e sorri levemente.
— Não foi nada. E aí, como foi seu dia?! – ele abriu aquele sorriso de orelha a orelha – pela sua cara não foi o seu melhor dia na escola, certo?
— É, não foi.
— O que foi dessa vez?
— Hm, Dave, eu realmente tenho que ir, ok? Te vejo depois – falei com a voz meio esganiçada.
— A gente se fala – ele disse enquanto se ocupava em esconder a decepção em sua careta.
Dei um sorrisinho e me virei, andando na direção do meu violão.

— Ei, Taylor Swift – Dave chamou – já está na hora – e apontou para o relógio.
Exasperada, olhei para o céu – já escuro – meio que para confirmar e tudo o mais. Mais uma vez atrasada.
Juntei rapidamente minhas coisas e tentando equilibra-las nas minhas mãos e sai daquele pequeno estúdio de rádio abandonado. A antiga rádio da escola. A diretora me deixava ficar ali, já que eu nunca incomodara ninguém, tinha notas boas e blábláblá.
— Deixa eu te ajudar com isso – Dave pegou de minha mão algumas coisas.
— Er, obrigado, Da... – tentei agradecer.
— Tudo bem, tudo bem – murmurou – hoje foi produtivo?
— Acho que sim – o fitei por um momento.
Ficamos em silêncio por um bom tempo até que Dave mesmo o quebrou:
— Hm, Lucy, por que você não “resgata” a nossa velha rádio? Você se daria bem – o peguei olhando para o nada.
— Como assim? – ajeitei meus óculos.
— Bem, reinaugurar a rádio. Faze-la voltar à ativa de novo! – agora ele estava sorrindo para o nada.
— Caramba – era só o que eu conseguia murmurar.
— Pois é. Espantoso que algo que preste tenha saído da minha boca – ele se virou para me olhar – mas e aí, o que acha?
— Parece bem louco – ele retorceu a boca – porém, bem tentador.
De repente, ele parecia bem feliz.

Depois de muito trabalho, conversa e coisas bem sutis – nem queira imaginar – conseguimos reabrir a antiga e pequena rádio da escola.
Eu continuava ensaiando lá. Ashley Phillips e Josh continuavam a me arruinar por dentro. A cada insulto, uma rasgada mais profunda naquela velha ferida aberta e inflamada. E eu só ajeitava meus óculos.
O baile já estava chegando, e a cada dia, mais próximos do baile, mais eu ficava ali, observando as garotas que o padrão de beleza julga ser perfeitas serem convidadas por garotos que compram camisas cada vez menores para dizerem que tem alguma massa muscular no bíceps.

Dia do Baile:
Dave continuava do jeito que sempre foi, prestativo, engraçado, doce.
Em um piscar de olhos, já estávamos no dia do baile.
Eu e Dave combinamos que iríamos ao baile... Mas para ficar, er, trabalhando. É, isso mesmo: trabalhando. Trabalhando na rádio.
Cheguei lá, e, Dave já estava me esperando.
— Precisamos colocar a primeira música – de calças jeans começamos a andar em direção ao estúdio – anda, Lucy.
— Estou indo, Dave, calma.
Não entendia a pressa de Dave. Não mesmo.
— Lucy, veeeem – ele me puxou para dentro do estúdio ainda escuro – feche os olhos, Lucy – e colocou a mão sobre meus olhos.
Ouvi o clic do interruptor e ele tirou as mãos dos meus olhos.
— Ah. Ah. – foi só o que eu conseguir dizer.
Dependurado ali, na minha frente, havia um vestido; e preciso dizer: ele era simplesmente maravilhoso. Totalmente per-fei-to.
Ele devia ter roubado da Cinderela ou algo do tipo. Ele era tão cintilante, tão lindo. Tão... não-feito-para-mim.
— E aí, Lucy? O que achou – ele disse.
— Meu Deus. Ele é tão perfeito – eu respondi, maravilhada.
— É, é para você, Lucy – ele disse parecendo ser algo óbvio.
— Jura?
— Juro.
— Não é possível, certo? – soltei.
— Sim, é possível. Espere um minuto. Fique aí – sibilou.
Sacudi a cabeça afirmativamente, até ele desaparecer. E voltar com um smoking. Tipo, daqueles chiques, que usam em filmes de galã.
— Lucy – sussurrou – quer ir ao baile comigo?
— Mas... e a r-rádio? – grunhi.
— Não se preocupe com nada, está tudo perfeito, só falta você – ele sorriu.
— Como poderia dizer não, Dave?
— Ande, vá se trocar – ele gesticulou para o vestido.
Vesti o vestido-perfeituoso e as sandálias cintilantes, soltei meus cabelos, revelando os grandes cachos loiros.
— Ah, meu Deus.
— Está tão ruim assim?! – me inclinei, tentando me olhar.
— Você está maravilhosa – sibilou – só falta uma coisa... – ele se aproximou, e, tirou meus óculos.
— Hm, pronto! Vamos, estamos atrasados.
Quando sai, bateu uma leve brisa, e, os pêlos da minha nuca se eriçaram.
— Está com frio?!
— Um pouco – admiti.
— Toma – ele esticou uma coisa preta, ele gesticulou para eu pegar a coisa. A fiz, era tipo uma capa – é só o que eu tenho.
— Tudo bem, obrigada – a vesti.
Chegando no ginásio – onde seria a festa – estava tudo combinado com o meu novo vestido e tal.
Dave tirou minha capa de repente. Enrubesci instantaneamente.
Desci as escadas e dessa vez – pela primeira vez –, quando eu passei, os burburinhos não aumentaram. Todos se calaram.
E, de repente, eu reconheci a música que estava enchendo aquele salão.
— O que é isso, Dave? – eu agarrei freneticamente seu braço.
— É sua música, ué – ele deu de ombros.
— Ah, meu Deus. Eu sei, certo? – consegui cuspir as palavras entre os dentes trincados – quero saber o que ela está fazendo aí?
Vi que as pessoas estavam realmente gostando da minha música. Sério! Ashley e Josh estavam do outro lado do salão, me olhando com os olhos arregalados, como se não acreditassem no que viam.
— Dave, isso é coisa sua? – semicerrei os olhos.
Ele deu de ombros de novo, e, apontou para o palco. Lá em cima estava um violão. Não exatamente o meu. Tecnicamente, o dos meus sonhos. Um igualzinho o da Taylor Swift em Our Song.
Me empurraram para lá, as pessoas abrindo o caminho enquanto se ocupavam em abrir mais a boca, espantadas.
Subi lá e simplesmente comecei a acompanhar a música, até que quando me dei conta, ela já havia terminado, e o som que se ouvia era da salva de palmas que inundou aquele salão.
— Eu trabalhei nele por um tempo.
— Ah, Dave.
— Eu sei. De nada – um sorriso brincou em seus lábios rosados.
Senti o meu rosto esquentando, o sangue subindo até ali.
Hoje é o dia mais feliz da minha vida, Dave – e então, fiz uma coisa que nunca imaginaria que eu faria. Inclinei-me, e, finalmente, meus lábios tocaram os deles, e, então eu soube que meu lugar era ali, do lado dele. Ou no palco.
Desejei nunca acordar daquele sonho perfeito. Era o dia mais feliz da minha vida, afinal.

- Pauta para o Once Upon A Time

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Estrela Guia *-*

Sentei na calçada sem me importar com meu vestido branco, ele já não estava o que eu posso chamar de "em-perfeito-estado" As rendas e anáguas com certeza não sairiam ilesas dali. Pelo menos não brancas.
Olhei para o céu, procurando por ela. Pela minha estrela. A mais bonita, cintilante e perfeita. Ela me acalmaria; ou pelo menos iria funcionar como um analgésico de emergência. Vai funcionar.

Desorientada, não conseguia acha-la, por onde andaria minha estrela? Por todos esses anos, ela sempre me ajudou quando eu precisei... Olhar para ela me fazia esquecer tudo que eu havia deixado para trás, ela meio que cicatrizava aquelas feridas abertas, inflamadas.
Finalmente - finalmente! - eu a encontrei. Estava lá, no mesmo lugar de sempre, esperando por mim, pelos meus delírios e desabafos.
Minhas noções geográficas com certeza já não eram as mesmas... fiquei completamente desnorteada quando achei-a. Até que, algo - ou melhor, alguém - me trouxe de volta.
- Ei, você está bem, Marie? - a voz trovejou sedosa em meus ouvidos.
- Steve? - disse, espantada. O que ele estava fazendo ali? - hã, estou bem.
- Você não parece lúcida - os cantos de seus lábios rosados se repuxaram, formando um sorriso.
- Mas estou. Obrigado por se preocupar - disse meia sem-jeito. Apesar dos pesares, eu gostava da sua companhia. Gostava da idéia de olhar minha estrela favorita com Steve do meu lado. Parecia perfeito.
- Você é louca - concluiu. Ele parecia lúcido pelo menos.
- Acho que não - rebati - só estou fugindo, hm, daquilo - apontei para a grande casa barulhenta, há algumas centenas de metros de nós.
Ele se sentou do meu lado.
- Do que exatamente? Da Clair? Ela é boazinha, só está com ciúmes - é, ele não estava lúcido. Chamar a Clair de boazinha é um bom, na verdade um ótimo exemplo disso. Quero dizer ela tecnicamente arruinou o meu vestido jogando todo aquele caldo vermelho em cima de mim, e depois meio que rasgando, fingindo que ia limpar.
- Ela não é boazinha, Steve. Você sabe - fiz uma careta - agora volta para lá.
Ele franziu um pouco o lábio superior, depois mordiscou o inferior e daí mandou:
- Ok - e se levantou, mas antes de se virar me jogou um papelzinho.
O fitei vagarosamente até estar em uma distância segura. Depois abri o papelzinho.
Dizia:
Se cuide, amo você.
Sua estrela-guia, S.
Pasma, olhei para sua silhueta máscula à luz da lua e da minha estrela. Estrela guia?
- Steve! - gritei, minha voz soando esganada.
Ele correu de novo até mim, e roçou seu nariz no meu.
...E de repente, esqueci minha estrela dependurada lá no céu, e, o que me prendia ali era ele. E deixei que minha estrela-guia - que, agora tinha um nome. Steve - me guiasse. Para longe de meus tormentos, para dentro de si, com seu beijo alucinante.
-
GIIIIIIIIIRLS *o*
Hey (: quanto tempo sem postar aqui né? Desde sexta, eu acho. Pois é, queria me desculpar. Mesmo. Foi aniversário da minha vó, e, na manhã da sexta-feira, meu pai me acordou do nada e perguntou se eu queira viajar para MG para ir na festa que ia ter e dar um pulinho lá na roça. Bem, é claro que eu aceitei. Estava com taaaaaanta saudade do povão lá de Minas :D enfim, fui na sexta de manhã e só voltei hoje, segunda, de tarde. Cheguei aqui de noite já, e arrumei um tempinho para contar para vocês o motivo da minha falta-de-posts, haha.
Bom, agora vamo que vamo né?! ali em cima só um texto bem simpleszinho e imbecil, porq eu já tenho que ir me deitar. Acordar cedo amanhã T_T
ah, cara, Twitter vicia. tome cuidado :O adoooooro!
bjs, M.
:*

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Our Day :}

— Você confia em mim, certo? – ela apertou minha mão com mais força. Lizzie podia ser pequena, baixinha. Mas nunca duvide da força que ela tinha. Suas mãozinhas tinha um aperto de aço, vou lhe contar - eu sou forte o bastante, Bia. Eu consigo sair dessa, ok?!
— É claro que eu confio – a fitei por um segundo, com os olhos já embaçados. Um segundo a mais e elas iriam transbordar. As lágrimas, quero dizer.
— Então – ela começou – Pare. Com. Isso. Agora. Mesmo. – sibilou ela, semicerrando os olhos.
— T-tá – funguei.
Ela enxugou as lágrimas que haviam caído, e, apertou os lábios formando uma linha rígida.
— Quer que eu... hm, busque algo?
— Eu ainda não estou morta. Só, hã, impossibilitada; mas do mesmo jeito, não. Ei não quero nada.
— Cale a boca, Liz.
— Essa é minha garota.
Nós duas rimos, como nos velhos – e bons – tempos.
Olhei minha amiga, ali, naquela cama de hospital. Fraca, porém forte. Pálida, porém corada. Em cacos, porém graciosa. Doente, porém, minha amiga.
Aquele quarto não parecia nada com Liz, tão... hospitalar. Sem cor, sem enfeites, sem vida – qual era o propósito? Ser igual quanto ao futuro de seus antigos habitantes? As paredes de um verde já desbotado, em alguns pontos, a pintura já estava mofada. A minúscula televisão. E aqueles aparelhos – para mim, assustadores – fazendo bips e ruídos que faziam um nó subir e descer em minha garganta.
Lizzie merecia um quarto melhor, francamente.
— Bia? – ela chamou, e, eu estremeci.
— Diga – consegui dizer, mesmo com os lábios entorpecidos.
— Me promete uma coisa? – ela falou com a voz na passando de um murmúrio, só eu seria capaz de escutá-la.
— Diga – repeti, ainda com os lábios entorpecidos.
— Se algo acontecer comigo, eu quero que saiba... – ela foi interrompida por mim mesma. Tampei sua boca seca, com minha mão trêmula, o mais cuidadosamente possível.
— Shiiiiu – fiz eu, olhando além da janela – literalmente.
Ela afastou minhas mãos, com um movimento fraco, mesmo tendo força, hm, digamos suficiente para isso. Mas, ela me derrotou só com o olhar. Por Deus.
— Se algo acontecer comigo, eu quero que saiba – tornou a repetir de modo suave – que nunca vou esquecê-la. Nunca. Por todos esses anos, você tem sido uma amiga tão perfeita para mim, você já é essencial para minha existência; sinceramente, não sei o que seria de mim sem você. Obrigado por tudo... Você merece tudo, e mais um pouco. E, desculpe se eu não sou... er, completa.
— Ah, Liz – afaguei seu rosto abatido.
— Me faltam palavras, amiga. Mas, resumindo, é isso – uma lágrima brotou em seus olhos. Ela se reconfortou em minha mão.
Eu também, de repente, estava aos prantos. É, isso mesmo: aos prantos.
Eu não conseguia falar nada, por isso não falei.
— Eu te amo – ela finalizou, soltando uma lufada de ar.
— Amo... você, t-também – murmurei entre os soluços.
E, então, eu senti. Ela se fora.
Olhei incrédula para seus olhos e para seu corpo flácido, procurando desesperadamente algum sinal vital.
Nada.
Me levantei, meio tonta, escancarei a porta, e, gritei o mais alto possível por uma enfermeira. Voltei para perto de Liz, e, tudo que quebrava o silêncio mórbido daquele lugar era o Piii dos aparelhos mostruosos. Uma dor terrível se apoderou de todos os meus músculos. Tive de me lembrar de como se respira.
As lágrimas banhavam meu rosto, e, o cabelo todo colado por ali, me impedia de ver o rosto de minha amiga.
Por que a enfermeira demorava tanto?! Meu Deus!
Soltei um gemido mais forte desta vez. E mais agudo.
Ouvi passos apressados, e, me aproximei do corpo de Liz.
— Estou aqui – sussurrei ao pé do seu ouvido, mesmo sabendo que ele não estava ouvindo – para sempre.
Finalmente – finalmente! – chegaram o batalhão de branco.
Eles me empurraram para fora dali – simplesmente me enxotaram – e eu sentei em alguma coisa, sem me importar com nada, me agarrava ao meu terço freneticamente.

30 minutos. 40.
O silêncio era mais ensurdecedor que nunca, e, o tempo simplesmente não passava.
A porta se abriu e, eu pulei para a pessoa que havia saído de lá. Infelizmente não fecharam a porta o quão rápido necessário e eu vi. Vi Liz lá, ainda imóvel e lívida.
Nada mais fazia sentido ali. A lei da gravidade também não, e então, eu só vi a escuridão. Sua idiota egoísta.
— O que... ela vai ficar bem? – forcei meu corpo a dizer antes de perder completamente os sentidos.
— Ela vai ficar bem sim. Uma parada cardíaca, um susto muito grande. Porém, nada de risco de vida. Você foi rápida, garota – ouvi o médico esclarecer – agora fique calma, querida – disse ele em tom afável. E eu aceitei a dica. Ela ficaria bem.
Meses depois, ali estávamos nós, rindo, comendo cheesebúrgueres, soltando coca-cola pelo nariz, jogando conversa fora, passeando no shopping, fofocando pelo MSN, enlouquecendo nossos pais, telefonando uma para outra, pulando, saindo, se divertindo, paquerando, namorando, comprando coisas inúteis, falando bobagens, curtindo.
Vivendo, afinal. Uma vida "à la dua".
Uma palavra. Um sentimento. Duas almas, depois disso, um só coração.

-

Gente, sei lá, mas eu sei que o começo disso ficou bem melancólico, então, resolvi deixar o final bem feliz e pá. Não sei se vocês gostaram, já que não ficou lá essas coisas :P

Enfim, dedico as minhas amigas (virtuais também! acho que principalmente, é uma conecção incrível, vocês precisam ver *-*), aos meus amigos. A todos que merecem :B

Feliz Dia Dos Amigos!

/atrasado, mas revele, o que vale é a intenção, não é mesmo? .-.

Ah, muuuuuito obrigado pelos comentários. Estou amando todos :) a visita e a opinião de vocês é super-importante para esse (como diz a Cary) humilde blog :D continuem comentando, viu?! Eu retribuo a visitinha sim, pode até demorar, mas retribuo com certeza. Se não, é porq algo terrível aconteceu ou simplesmente porque dá erro e eu não consigo comentar D: isso mesmo, não consigo!

Bom, é isso aí.

beijos, M. :*

domingo, 19 de julho de 2009

Minha vez :)

— Er, me desculpe – falei, sentindo meu rosto queimando mais uma vez.
— Meu Deus, olhe por onde anda, imbecil – Debbie cuspiu, raivosa, apertando a cintura de Brad, como se eu fosse dar um salto felino mortal e comer seu namorado querido.
Debbie e Brad eram o casalzinho popular do colégio, sabe? Debbie era a patricinha-líder-de-torcida, e Brad o bonitão-capitão-do-time-de-futebol.
— Vai com calma, Debbie – Brad falou, deixando-a instantaneamente furiosa. Acho que ela o beliscou, porque ele calou a boca, e se virou para falar com outro fortão que estava do seu lado.
Eu peguei meus livros caídos no chão, ajeitei meu óculos e sai dali o mais rápido que pude.
Brad não era tão, hm, “casca grossa”, mas, como namorava a Debbie, era melhor eu manter distância do cara.
Sai de lá, me direcionando a Teresa, uma amiga de descendência latina que eu tinha – você sabe, morena, do olhos negros, cabelos escuros –, e que estava me esperando do outro lado do pátio.
— O que aconteceu lá? – ela apontou para o lugar de onde eu havia saído – e o que vocês fez para estar acontecendo aquilo?
Me virei bruscamente para ver do que ela estava falando e, vi que os dois (Brad e Debbie) pareciam estar brigando ou algo do tipo. Quero dizer, de longe, pareci ser isso.
— Vamos embora daqui logo, Teresa – falei com o meu coração pulando mais rápido dentro do peito.
— Mas...
— Vamos, Teresa – a puxei pelo braço magro e moreno, e, mesmo ela se debatendo, consegui a arrastar para longe dali.
Mais tarde...
— Anda logo – bufei enquanto esperava o meu velho e lento computador abrir meu e-mail.
“3 mensagens novas!”, vi piscar na minha tela.
Um e-mail era de Teresa, contando que conheceu um menino super-lindo e tudo o mais.
Um era falando das vantagens de assinar uma revista lá.
E o outro – pasmem – era do Brad. Sim, Brad havia me mandado um e-mail. Já era um bom começo, pelo menos para mim.
Cliquei furiosamente em cima da mensagem dele.
O que diabos esse garoto colocava no e-mail para ele ficar tão... assim? Imagens de florzinhas – bolas de futebol, quem sabe? – ou o quê?
Finalmente – finalmente! –, depois de alguns minutos lentos e enjoativos o bendito e-mail carregou, revelando-se um e-mail simples, mais profundo. E enigmático.
Só dizia: “Apareça na janela :) beijos, B.”
Corri para a janelinha de meu minúsculo quarto, e, procurando velozmente algo estranho, achei algo conhecido.
Brad, com um cartaz, dizendo, simplesmente, que me amava. E que queria ir ao baile comigo.
Sim, que me amava. E que queria ir ao baile. Comigo.
Muito conto-de-fadas, não é? O príncipe se apaixonou para a pobre nerd. Mas, era a mais pura verdade.
Desci as escadas correndo, com um sorriso genuíno estampado no rosto.
Vi ele me esperando, ali.
De repente, eu entendi. Eu não era simplesmente uma nerd de que todo mundo era enojado e me achavam esquisita.
Um milagre? Ou simplesmente uma mera realidade que ninguém enxergava?!
Não, era amor.
Alguém me amava, de verdade. E não era um sonho, ele estava ali, esperando por mim – e eu por ele – e se declarando.
Corri para ele, o mais rápido que pude.
Seus braços enlaçaram minha cintura, e, vou lhe contar: eu poderia ficar ai pelo resto dos meus dias.
A cada centímetro que seu rosto chegava mais perto do meu, meu coração batia mais rápido e mais forte.
Ah, eu esperei aquilo por tanto tempo.
E, de repente, eu não me importava mais se ele era popular e eu uma miserável nerd, não me importava se eu estava com meu pijama da Sininho.
Alguém me amava, de verdade, afinal.
Porque, todo mundo tem que ter seu verdadeiro amor uma vez. Por mais que isso se repita nos contos-de-fadas, era a minha vez – e somente minha vez – de vive-lo.
''Mas é a verdade, pra tudo tem uma primeira vez - Pensou ela."

-
- Pauta para o Once Upon A Time

sábado, 18 de julho de 2009

Love Story *-*

Abri os olhos degradativamente, a luz que quebrava a escuridão confortável e feria meu olhos, inchados de tanto dormir, acho.
Tudo parecia tão estranho, tão... anormal, ali na quase-escuridão. Eu não reconhecia quase nada que estava ali.
Levantei, meia zonza ainda, e, me direcionei, cambaleando até de onde saia a luz.
Era uma janelinha, e a luz, escapava entre os dois pedaços de veludo, pesados e cor-de-vinho, com rendinhas douradas nas pontas.
Pousei minhas mãos nelas, e, as puxei, revelando, lá fora, um lugar estranho. Olhei para o que suspeitava que fosse meu quarto.
Eu não me lembrava dessa cortina. Nem de quase nada que estava ali.
Passei o olho vagarosamente por aquele cômodo e tinha uns pôsteres daquelas Pin-Ups Girls e, tudo meio, hm, medieval.
De repente, olhei para aquele imenso dossel – aquilo era mesmo a minha cama? –, e lá, para o meu incrível e completo espanto – e desespero –, tinha um cara. Sim, um cara. E, que, só para constar: parecia bem gato. Pelo menos embaixo de todas aquelas cobertas fofinhas e rendosas.
Eu contive um grito na garganta e, cheguei mais perto, para olhar o indivíduo. Dei alguns passos cuidadosos e, de repente, estava ali, vendo os músculos abdominais de um cara – que eu nunca vi, por sinal – subindo e descendo, subindo e descendo, no que, supostamente, seria minha cama. Se minha mãe visse isso ela ia pirar, literalmente. Ainda mais quando o cara que está na cama da sua filha é um gato.
Eu fiquei examinando o cara ali, por uns, o quê? Acho que uns por uns três minutos inteiros. Depois, resolvi que, se o cara estava ali, na minha cama, eu deveria conhece-lo, de alguma forma. Então cheguei mais perto, a ponto de ouvir sua respiração, diferentemente da minha, que estava totalmente acelerada em uma hora dessas.
Depois de alguns segundos encarando o cara com uns 15 cm de distância, ele abriu os olhos. E me puxou para si.
Eu caí na cama – ou melhor, em cima do cara – e ele murmurou algo parecido com mi hermosa, ou estava muito viciada em Meg Cabot.
Eu rolei para o seu lado e caí no chão, duro e gélido.
— O que aconteceu? – uma voz grave, profunda e sedosa encheu aquele quartinho.
— Er, nada – respondi, cautelosa.
Me levantei, e, fique encarando o sujeito. De novo. Eu não me lembrava dele, mas, algo me dizia que eu o conhecia, de algum lugar.
— Sente aqui, sim? – ele pediu, e, vou lhe dizer: não tinha como recusar aquele pedido. Sentei-me do seu lado – ele já estava sentado.
Conversamos horas a fio, eu dando alguns ataques de não-me-lembro-disso e ele rindo da minha cara. Tinha razão, eu o conhecia. Mas ainda não sabia da onde eu o conhecia. Esse era o problema.
A conversa aos poucos, fluía, e ele nem estava tentando me agarrar, igual fez da última vez. Mas, como eu não consigo segurar essa minha boca, logo mandei:
— Mas, e aí, o que você faz por aqui?
— Somos casados, não lembra?! – isso me soava um tanto quanto não-sei-de-nada ou contos-de-blog.
não foi por acaso que a minha voz saiu meio embargada quando respondi:
— C-casados?
— Não lembra? – ele repetiu.
E se levantou, direcionou-se para uma cômoda, e, trouxe para a enorme cama um álbum pequenininho, com uma capa de couro, e amarrado com uma fitinha.
— Aqui – ele me deu o álbum.
Puxei cuidadosamente a fitinha que o envolvia, e, o abri. Lá tinha um monte de fotos. Polaroides, quero dizer.
De uma garota, formosa, com espartilho – ou corset? –, vestindo um vestido longo e branco e um cara, com um terno e um cravo na capela. Era ele! O sujeito que estava ali, agora, comigo. E aquela moça, elegante, seria eu?!
Quando eu fechei o álbum delicado, e, me virei, temendo o que aquele cara iria fazer...
Então, me levantei, e, me olhei no espelho enorme, do lado da cama.
Vi o meu reflexo, só que uns anos mais velha e, vestida para uma festa á fantasia da Idade Média ou algo do tipo.
Voltei para seu lado, e, finalmente, ele encostou a ponta de seu nariz no meu. E me beijou, profundamente.
Fechei os olhos, e, de repente, em um ressalto, eu sabia onde estava, quem eu era, e, principalmente quem aquele cara era.
Era o meu príncipe, e, eu, era uma donzela. Que, agora se lembrava de tudo.
E daí que eu estava na Idade Média? E daí que ainda não existia Internet e Shoppings Centers? E daí que eu deveria estar coberta de anáguas, rendas e espartilhos pelo resto dos dias?
Eu estava do lado do meu grande sonho de amor, afinal.


- Pauta para o Blorkutando *-*

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Você aceita?

A chuva caia inacreditavelmente forte para Dezembro, e, eu ali, perdida.
– Droga! Não tem nenhum telefone público por aqui? – falei, com os dentes trincados.
Olhei em volta de mim, e... nada. Só via a chuva forte insistente e a rua vazia.
— Desisto. – decidi, sentando em um banquinho.
Abracei meus joelhos, e encostei a cabeça no joelhos unidos e trêmulos.
— Ei – uma mão gélida encostou levemente em meu ombro nu.
— Ahn? – pulei instantaneamente, olhando para trás – Ah, você veio! Eu sabia que não ia me deixar aqui! – fiz eu, sufocando Tom em um abraço apertado.
— Eu não teria coragem – ele abriu aquele sorriso que eu adoro. O meu sorriso favorito.
— É, não teria. – concordei.
— Hm, Jean?
— Oi?
— Eu... q-queria lhe...
— Prossiga – vi que seus olhos estavam brilhando. Como nunca.
— Ah, eu não sei como... – ele enrubesceu. Sério! – espere – ele pediu bufando, respirou, e, mandou:
— Jean George, você aceita se minha namorada?!
Ok, isso é muito conto-de-fadas e, meio que nem dá para acreditar, hoje em dia é só agarra-agarra e, o romantismo? Fica para depois.
Mas com Tom tinha de ser assim, como sempre foi. Como sempre será agora.
Ele se sentou do meu lado esperando a resposta e eu beijei seus lábios molhados.
— Sim, sim, sim!
De repente, eu nem me importava mais com a chuva. Quem se importa com a chuva, se você está com seu namorado afinal?
-
cara, eu SEI que esse texto ficou uma bosta. Mas, fazer o que né?
Quem não leu o post anterior lê, por favor! :D
E sim, o Estudiantes ganhou, mas, e daí? Fomos vices, ao contrário de vocês que nem chegaram lá (: E, o que eu vi quarta feira, conpensa tuuuuu(...)udo, até agnt ser vice! Só de você sentir o chão do mineirão tremer, nem importa tanto assim se você vai ganhar ou perder, porq, de repente, você sabe que é cruzeirense de qualquer forma *-* e eu sempre soube disso!
Querem me zoar? Zoem o quanto quiserem; eu só viu rir da cara de vocês.
Cruzeiro nunca perde, porq é PAIXÃO *o* Sempre! Cruzeiro eternamente (8)
... vamos cruzeiro querido de tradição ♪
enfim, espero que gostem da porcaria do post de qualquer jeito, rs.
beijos beijos, girls :*

sábado, 11 de julho de 2009

Rêves Sucrés

Você não é boa o bastante - foi a única coisa que ouvi. De repente, a voz da sra. Anderson, que não passava de um sussurro rouco, agora era um grito, agudo e persistente em dizer as palavras a que eu tanto temia.
Ok, eu não sou loira, nem tenho o corpo da Pamela Anderson - quer dizer, poxa, a mulher fez SOS Malibu, isso não basta para você?! -. E roo as unhas. Mas, e daí?! Quero dizer, quem liga para os padrões de beleza? Isso é coisa do passado. Ou não. Pelo menos não para a sra. Anderson, que não me achava boa o suficiente.
M-mas... e-eu... Ah, sra. Anderson! Por que?! - eu gemi. Você também ficaria assim. Uma velhinha de cabelos longos prendidos em um coque em cima da cabeça por uma presilha de florzinha e totalmente albinos, olhos azuis vestindo um suéter de tricô parece bem inofensiva. Bem, pelo menos parecia, até ela começar a falar que você não é boa. Não o suficiente.
Calma, querida - disse ela em um tom afável.
Eu tentei argumentar. Eu juro que tentei. Mas, vou lhe contar: a sra. Anderson não é nem um pouco o tipo que muda de decisão tão facilmente. O melhor que consegui foi "Kim, quem sabe da próxima vez?!".
Eu estava bem frustrada com essa coisa de você-não-é-boa-o-bastante; bem, para uma garota de 16 anos isso pode parecer pior do que você imagina.
A sra. Anderson meio que não tinha o direito de fazer isso comigo. Será que ela falava isso também à todas as jovens talentosas que iam até seu estudio? Acho que não.
Era só comigo mesmo. Ela nem prestava ateção em mim direito... Tudo bem que esta é a segunda vez que vou lá em menos de uma semana. Mas, e o negócio de correr atrás dos seus sonhos não vale mais?! Era simplesmente isso que eu estava fazendo. Correndo atrás do meu sonho.
Mas se a velha sra. Anderson pensou que me dispensar - mais uma vez - iria me fazer desistir, ela estava completamente, completamente errada afinal.
-
continuação no próximo post, e se vocês gostarem né :)
AH, geeeeeeeente, já contei que eu sou cruzeirense? Que pena. Pois é, eu sou! E, por acaso, vou assistir a final da Libertadores, lá no mineirão, contra o Estudiantes, da ARG õ/ tô tãããããão feliz *-* nem dá para acreditar.
E, a Daay, vai conhecer a fada *-------* a diva! a Anahí *o* cara, inveja mil dela, rs/brimks
mas, enfim, pessam continuação da história e me ajudem com o nome! por enquanto vou deixar rêves sucrés, que significa "Sonhos Açucarados"... sei que o texto não ficou nenhum pouco bom... fiz esse texto do nada, por isso ficou essa bosta ç.ç mas, ok, melhora com o tempo.
obg desde já :) e bom final de semana :D
beeeeeeijos da mari :*

domingo, 28 de junho de 2009

Onde estão as anáguas, sedas e rendas?
Juro que não vejo.
Onde estão os guardas, bandeiras e castelos?
Juro que não vejo.
Onde estão os sapos, cavalos e príncipes?
Juro que não vejo.
Onde está tudo isso?
Juro que não encontro, juro que nã enxergo.
Será que fugiu? Fugiu com meus sapos que se transformam em príncipes, fugiu com os cavalos brancos e suas crinas esvoaçantes, fugiu com a imagem do castelo. Fugiu.
Mas, um dia ele voltará. Voltará em forma de um Sonho de Amor. Ou em um amor mesmo. Quem sabe, afinal? E aí sim, ele nunca mais fugirá de mim.

domingo, 14 de junho de 2009

Meu coração é tolo, imbecil, bobo, cego, inútil e ingênuo.
Por acreditar nas suas juras de amor eterno, no seu romanticismo.
Por me deixar levar pelo teu sorriso, tua boca, pelos teus olhos.
Por me apaixonar por um cara que nem sequer me enxergava.
Por dizer “eu te amo” logo para você :P
Mas meu coração é incansável.
Como o vento que insiste em soprar as copas das árvores.
Como uma mãe quer proteger seus filhos.
Como meu coração bate por você <3

-
Feliz dia dos namorados (atrasado), para quem tem né :P
milbjs da mari :*


quinta-feira, 11 de junho de 2009



Enquanto eu respirar,
Vou querer estar somente com você.
Eu fecho os olhos e,
Você está realmente ali.
Nos meu sonhos,
Você é o príncipe e eu a princesa.
Em meus pensamentos,
Você estará, longe ou perto de mim.
No meu coração,
Vou te guardar, onde ninguém possa te tirar.
A minha razão,
Está em ti.
Eu não sei dizer, não sei expressar,
O quanto eu te esperei, o tanto que eu sonhei e o tanto que você é especial,
Eu te amo ;)
Sim, eu te amo *-*
E, como diz a Daay... Que seja eterno enquanto dure.

A campainha soa e, eu, ansiosa, desço as escadas correndo para abrir a porta. Abro a porta e encontro lá, parado, um menino branquinho, cabelos pretos desgrenhados, olhos azuis e um sorriso enooooooorme, brilhante.
— Oi – ele disse, tirando as mãos de detrás do seu corpo definido e, assim, revelando um embrulho.
— Oh – fiz eu.
Ele fez um gesto incentivando-me a pegar o embrulho. Eu o fiz. Puxei ele para dentro de casa com minha mão que estava livre do presente.
Segui para dentro, ele sentou em um banquinho e eu, por minha vez coloquei o embrulho na bancada. Puxei o laço de fita que o envolvia, e rasguei o papel brilhante. Revelou-se ali um vasinho com violetas. Fiquei encarando o vasinho, com os olhos brilhando. Apesar de perplexa, eu estava encantada.
— AAAAAAAH, eu amei – admiti. Ele sorriu. Ai, eu amava ainda mais aquele sorriso *-* LIIIIIIIINDO! E o melhor, eu sabia que aquele sorriso era MEU e de mais ninguém.
— Eu também tenho um vasinho desse em casa – ele começou – e ele representa nosso amor. Quanto mais você cuidar dele, mais ele florescerá. Mas eu tenho uma plantação em casa, porque o meu amor, o meu carinho por você nunca vai acabar. Não posso e não vou jurar que nosso namoro vai ser para sempre. Você não vai me agüentar tanto tempo assim – achou que ele se lembrou de uma piada e deu uma gargalhada – mas, eu posso jurar – ele pegou minha mão – que eu vou te amar para sempre. Como minha plantação de violetas.
Ele me puxou para um abraço. Coloquei meu rosto contra o peito dele e apertei os olhos com força. As lágrimas saíam dos meus olhos. Elas simplesmente não paravam de sair.
— Ei – ele disse pousando a mão em meu queixo e o levantando, fazendo com que eu olhasse para seus profundos olhos azuis. Nem preciso dizer que fiquei imersa na imensidão – e profundidade – de seus olhos.
Eu funguei. Ele secou minhas lágrimas e me apertou contra seu peito másculo mais uma vez.
— Eu te amo – ele sussurrou.
— Eu também – respondi.
Os lábios dele de repente estavam colados nos meus e, eu admito, desejei que o tempo parasse. Poderia ficar ali até a eternidade acabar, afinal.
...
— Marina, o que é isso? – esbravejou a professora de português, perguntando sobre o que eu estava escrevendo em meu caderno.
— N-nada – gaguejei.
Não passa de um rabisco em meu caderno. E nada mais. Nunca vai passar disso, pensei enfim.
Eu teria tempo suficiente para pensar no que quiser, já que eu ficaria até mais tarde ajudando na limpeza e tudo o mais.
Não passa de um rabisco em meu caderno. E nada mais. Nunca vai passar disso, repeti. Mas, algum dia, quem sabe?! Completei mentalmente, estampando um sorriso em meu rosto.

domingo, 31 de maio de 2009

Gente *-*
O BLOG ESTÁ EM PLENA REFORMA. ENTÃO, NÃO LIGUEM :D
estou escrevendo, só falta digitar. Hoje mesmo eu posto alguma coisa.
Mas, e aí, como foi a semana de vocês?

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Olho para a janela e, o céu está acinzentado. Assistir à DVD’s e comer pipoca jogada em minha cama? Ah, de novo não.
Saio para a rua, mesmo chovendo. Pulo nas poças d’água e deixo pequenos pingos atingirem meu rosto. Rodo e danço, cantarolando. Me sinto feliz. Depois de várias rodadas, cantadas, puladas etc. vou para casa. Tomo um bom – e demorado – banho bem quente, visto roupas secas e descanso.
No dia seguinte acordo bem... MAL! Estava com uma gripe daquelas. Meu nariz estava vermelho, minha garganta irritada, minha cabeça doía, eu tossia... Enfim, estava literalmente um caco.
E, me peguei pensando: “Afinal, o que tem de errado ver filmes em casa?!”
Ver DVD’s afundada em minha cama, comendo pipoca me parece cada vez uma idéia melhor.

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post pequenininho, né? :B mas vai...
amo vocês, anjos meus.
beeeeeeeijos da gorda :*

terça-feira, 26 de maio de 2009

Quem é você? Eu não estou preparada para isso. Não estou pronta ainda. Não quero fechar meus olhos de noite e ver você. Não quero rabiscar nossos nomes em uma árvore. Não quero esperar loucamente pela tua ligação. Não quero morrer de angústia quando tu entrar no MSN. Não quero parar de andar, falar, sair, me divertir com as minhas amigas. Não quero pensar só em você. Não quero que meu coração dispare quando te ver. Não quero pedir para jantar na tua casa e conhecer teus pais.
Não quero, porque eu não quero ser trocada mais uma vez.
Porque eu quero ser LIVRE. Livre de você, de todos que me fazem mal, de tudo que me prenda e, livre de sofrimento. Porque eu estou nos meus anos dourados. E, não sou obrigada a ser de ninguém para depois não ser nada para alguém.

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beeeeeeeeeijos da gorda :*
amo vocês, meus anjos :B

segunda-feira, 25 de maio de 2009

E, de repente, eu estava ali. Não era mais a mesma garota de dois minutos antes. A que sorria, pulava, brincava. Eu era só mais uma adolescente iludida que acabara perdendo seu namorado para uma loura de farmácia. Apenas mais uma menina ali, sentada em um banco de uma praça abandonada; embaixo de uma chuva. Meus cabelos me impediam de ter uma visão ampla. E eu torcia para que ele tapasse a minha visão do futuro – não que eu tivesse alguma –. A única coisa que eu sabia, era que anda estava no lugar. Eu não estava em sintonia. Fiz uma careta para o céu, perguntando mentalmente porque comigo. Talvez todas as garotas iludidas façam essa pergunta e nunca achem a resposta. Injustiça!
De repente, nada fazia sentido. O sorvete não era mais tão gostoso assim. As músicas melancólicas lembravam sempre pessoas que eu queria esquecer. Meu violão ficou mudo, parado. Minhas amigas não eram mais tão divertidas. A verdade doía mais. A escola era mais chata do que parecia ser antes. Enfim.
Mas,, no final eu percebi, que, o que estava errado ali era eu; chorando por um garoto qualquer. Que com certeza já fez isso com outras 8O garotas.
Eu demorei para perceber, que, eu fechei meus olhos, na ânsia de viver o que eu queria viver. E deu no que deu. Espero que vocês não demorem para perceber isso. Porque eu aprendi da forma mais dura e mais cruel. Porém, agora posso me afundar em meu travesseiro sem culpa, e, pensar que eu sou a mesma menina feliz de todos os dias. Com ou sem namorado.

A place in this world

Tudo o que eu queria era sair dali. Irrompi pela porta batendo ela atrás de mim. E comecei a correr, e comecei a chorar. Afinal, o que há de errado comigo?
O único som que se ouvia ali, naquela rua mal-iluminada e estreita eram os meus passos acelerados e duros sob o asfalto úmido. Quando cheguei na Fifth Avenue, de repente, meu corpo parecia pesado demais para as minhas pernas doloridas sustentarem. Eu não conseguia mais. Meus joelhos começaram a tremer e, ficaram moles iguais a um mingau; então derrotada, eu cai ali mesmo, no meio-fio.
Coloquei minha cabeça entre os joelhos e comprimi minhas pernas contra o peito.

sábado, 23 de maio de 2009

video

Gente, pelo amor de Deus, não repare nas minha espinhas ok? nesse dia elas estavam irritadas :B esse vídeo foi para um trabalho de inglês sobre o John Lennon, dos Beatles -er Mas como a Luíza me deu esse tapaaaço na cabeça (tu vai ver na segunda, Lu) eu tive que gravar mais outros 1O zilhões de vezes :)

domingo, 17 de maio de 2009

My friends are...


É meio que difícil falar de amigos; afinal, cada um tem os seus, não é mesmo?

Mais uma vez, coloco aqui o significado de algumas palavras:

Amizade: Sentimento fiel de afeição, apreço, estima ou ternura entre pessoas.

Amigo: Que é ligado a outrem por laços de amizade, companheiro; protetor

Pois é, está triste? Quer companhia? Sente falta de alguém para te acompanhar em... tudo? Arranje um amigo. Você com certeza se sentirá melhor com todo o carinho que ele tem a te oferecer.

São uma base para tudo. Eles sempre vão te apoiar. É com eles que você divide suas tristezas e alegrias, compartilha receios, segredos e sonhos. Com ele você aprende, você ensina. Eles vão te dar ombro quando você precisar, conforto. Vão te fornecer palavras carinhosas e conselhos realmente bons quando for necessário. Vão substituir quem for preciso. Vão falar “eu te amo” sem medo de ser sincero e verdadeiro; vão até onde for preciso para nos ajudar.

Uma amiga minha, um certo dia, disse para mim: “Marina, você é bem importante para mim; mas, não venha me perguntar se você é minha melhor amiga ou algo do tipo. Porque eu vou responder não. Porque, meus únicos e melhores amigos são minha família” e isso me magoou bastante. Eu chorei e fiquei para baixo por alguns dias, até que decidi mostrar para ela, que, ela estava realmente errada. Disse para ela que, eu a considerava mais do que uma mera melhor amiga e sim, minha irmã; pelo que nós já passamos juntas... Beijos e abraços, pelos sorrisos e lágrimas, brincadeiras e apelidos, conversas e fotos etc. Disse para ela que considerava, de verdade, minha família. Ela não disse nada. Uma lágrima brotou em seus olhos e ela me abraçou.

Vez ou outra, minha professora de gramática também fala isso, e ela ainda diz que é por experiência própia – deve ser por isso que ela é TÃO amargurada assim – e etc. Ela diz que os amigos nunca vão dar a vida deles pelas suas e só pensam neles, e que se dane você. Meu Deus, como uma pessoa pode ser tão ignorante a esse ponto?

Particularmente, eu não seria nada sem minhas amigas. Nada mesmo. Elas me ensinaram a enxergar quem eu sou realmente, me ajudaram com problemas difíceis, me mostraram o caminho certo a seguir. Me ensinaram a ser gente de verdade. E eu agradeço, por ter as melhores amigas do mundo!

Hoje, eu posso falar com todas as letras que meu amor por meus amigos não chega remotamente perto de qualquer outro sentimento. É muito mais que amizade. É amor.

Enfim, cada um pensa de um jeito, mas, a verdade é que ninguém seria o que é sem esse lindo sentimento que é a amizade.

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texto para o Blorkutando *-*

e, me desculpem, porque eu sei que não ficou lá essas coisas :B eu estou totalmente sem imaginação!