sábado, 22 de agosto de 2009

AVISO! URGEEEENTE.

MENINAAAAAAAAS :) leiaaaaam, please.
AH aconteceu umas coisas aí e eu vou ficar sem computador até o mês que vem D: de vez em quando tento dar uma passadinha aqui ou peço para alguém postar, oks? mas por favor, por favor, por faaaaaavor, POR FAVOR não me abandonem, hein?
não abandonei, só avisando. como disse, passo aqui ás vezes, gurias!
Mil vezes desculpa *-* obg desde já pela compreensão.
já estou sentindo falta disso aqui T_T amo muito <3
até logo, girls :*

domingo, 16 de agosto de 2009

selo :*


Regras:
1) Exiba a imagem do selo "Olha que blog maneiro".
2) Poste o link do blog que te indicou.
3) Indique 6 blogs de sua preferência.
4) Avise seus indicados.
5) Publique as regras.
6) Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
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bom, o blog que me indicou foi: http://www.marihmenezesblog.blogspot.com/, da minha xará Mari *-* muuuuito obrigado pelo selinho, mari, a-m-e-i. obrigado meeeeesmo :B
anyway, os seis blogs são esses aí *-----* fico por aqui, girls.
AH próximo post, dedicado ao meu pai <3
beeeeeijos :*

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Sorrir, sorrir, sorrir :D

Quando não há mais nada em que você possa se agarrar; quando não há mais motivo nem razão; quando tudo parece difícil demais; quando nada dá certo; quando os pesadelos reinam sobre os sonhos; quando não se escuta nada de bom; quando você não tiver forças suficientes para se levantar; quando as lágrimas pesam muito; quando cantar e dançar não faz muito sentido; quando comer chocolate e beber coca-cola não funcionam mais tão bem quanto funcionava; quando estiver só; quando não conseguir seguir em frente...
apenas sorria, isso basta :)
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AH queria dedicar esse post para duas amigas minhas *-----* para a Lú e para a Kamilinha. As duas fizeram aniversário essa semana *o* dia 10 e 11. tuuuuuudo de bom para elas <3>
oô, jesuuuuuuuuus! esqueci total de contar para vocês que eu já ganhei o Once Upon A Time, em segundo, segundo de novo e terceiro (se não me engano). Mas, nessa última edição, eu consegui! Primeiro Lugar *-* estou tããããão feliz IHA parabéns à todas meninas de lá, tanto moderação, quanto participantes :B todas são uns doces :J

FOI ONTEM que a Day conheceu a hadita õ/ siiiiim, ela foi conhecer a Anahi! estou pirando aqui, ela ainda não deu notícias. mas recebeu minha carta. e pelo visto, acho que gostou.
e, gurias, eu comprei m-e-u The Sims 3! mais ainda nem instalei... D:

enfim pessoal, mais uma vez, desculpa a demora para postar, semana de provas é mato T_T me muero geral com isso.
ok, ok. tô falando demais, o troço ficou até maior que meu textinho :b
beijo, beijo girls :*

domingo, 9 de agosto de 2009

O amor é cego :}

- Drake, amor, é você? - perguntei, sentindo o cheiro de seu perfume se espalhando vagarosamente no ar.
- Sim - ele respondeu, sua voz trovejando pelos quatro cantos daquele pequeno quarto.
Fui andando até aonde imaginei que ele estava a julgar pelo cheiro, mas na metade do caminho algo jogado no chão me fez tropeçar.
Mas - felizmente - algo quente e forte me segurou antes que eu sentisse o chão se esmagar contra o meu rosto.
- Epa - murmurei, o sangue subindo para o meu rosto, sentindo-o ficar quente de imediato. Posso jurar que minhas feições poderiam ficar ficar realmente vermelhas, as maçãs do rosto como se alguém as marcasse com um Marca-Texto vermelho ou esfriasse um George Foremann Grill ali.
- Já disse que você precisa ter... - Drake começou a dizer, usando o seu tipo de voz paterna-e-responsável. Que eu, por acaso, se você me perguntar, verdadeiramente odeio. Nada meio que normal para um namorado - acho que namorado não é palavra certa, mas enfim.
- ...mais cuidado. Eu sei - soltei para ele.
Ele afagou meu rosto ainda em chamas pelo enrubescimento.
- Maggie, querida...
- Ah, não Drake. Por Deus, de novo n-ã-o - pedi, a voz soando suplicante e tentando achar sua boca, apalpando seu rosto.
- Ok - ele concordou.
Abri um sorriso largo.
- Como estou? - perguntei, imaginando a resposta dele.
- Linda, como sempre - ele respondeu, gentil, mas verdadeiro - você é linda.
- Obrigado - quase cantarolei para ele, jogando meus braços em torno de seu pescoço.
- Absolutamente perfeita - ele continuou.
- Certeza?
- Aham - senti as lufadas de ar quando ele deveria estar assentindo.

- Então... Vamos?! - perguntei, endireitando-me.
- Sim - e segurou minha mão e então saímos dali.

- Aonde estamos, amor? - perguntei, anciosa.
- Calma, donzela - ele disse, zombeteiro - estamos quase chegando.
- Drake! - protestei. Isso era tão injusto! Eu sempre ser a última a saber de tudo.
Depois de alguns minutos, dei uma fungada e senti cheiro de um ar diferente, cheiro de marezia, com sal, sei lá. Sentia também alguns grãozinhos sendo levados - e obrigados - a virem de encontro a minha perna.
Acho que Drake percebeu quando comecei a sorrir para o, hm, nada exatamente.
- Chegamos - ele parou de repente.
Ele sabia que meu sonho era conhecer a praia, o mar? Caramba, ele sabia mais de mim do que eu poderia imaginar.
- Aaaaah, Drake - algumas lágrimas foram expulsas de meus olhos cegos.
Ele me puxou para si, e beijou meu cabelo.
- Gostou? - disse ainda acariciando as madeixas de meu cabelo.
- Você... s-sabia que era m-meu sonho, não é? - eu consegui dizer entre os soluços.
- É... venha - chamou e me puxou para algum lugar.
Caminhei o que poderia ser alguns metros e Drake largou minha mão.
- Drake? Cadê você?! - perguntei, de repente desesperada.
- Calma, eu estou aqui - e senti ele tirar minhas sandálias.
- Para que isso? - falei meio que enxugando as quase-lágrimas.
- Você verá - e mais uma vez, tomou minha mão e me levou para o desconhecido.
Senti algo molhado se derramando em meus pés, e, logo soltei:
- Drake! Vamos voltar, agora. Não posso.
- Maggie, confie em mim. Por favor - ele pediu.
- Não, não. Eu quero voltar.
- Por favor, Maggie - pediu ele de novo, e, estava difícil de resistir.
- Drake, eu não consigo, ok?
- Você tem a mim. Não vai lhe acontecer nada.
Apertei a sua mão mais forte e a água começou a acariciar meus tornozelos.
Quando a água estava um pouco acima do meu joelho, ele parou.
- Amor? - ele perguntou, com a voz sedosa, segurando minha outra mão.
- Oi? - eu disse, já emocionada com o que quer que ele fosse dizer.
- Eu não amaria você tanto assim se não estivesse fazendo tupo isso. E eu faria qualquer coisa por você, minha linda. Você faz parte de mim, e é por nós que eu vivo. Então, estamos aqui, em meio de um sonho, e eu Drake Moollron, queria te pedir algo.
Estava totalmente atônita. Resolvi ficar calada, já que não conseguia formular nada coerente.
- Quer casar comigo?
- É claaaaaaaro que eu quero!
Ei, não me olhe assim, eu ainda continuo tendo dezessete anos. E não é por isso que eu não vou casar.
- Eu te amo, eu te amo, eu te amo.
- Também, meu bebê - falei - ah, eu não acredito! Não, isso não pode ser verdade - repeti para mim mesma.
Ele colocou um anel no meu dedo, e, me puxou para um beijo.
"O que os olhos não veem o coração não sente" será mesmo verdade?
Meus olhos podem até não enxergar. Mas eu continuo sentindo. Amando. E é isso que importa, nada vai mudar esse sentimento tção verdadeiro, tão profundo que é o amor. É o que eu estou sentindo.
Casamento... por que não, afinal?


Pauta para o Once Upon A Time
-
PS.: Feliz Dia dos Paaaaais :*

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Um sonho que se realiza;

— Ela é esquisita, ok?! – ouvi Ashley Phillips murmurar para alguma outra loura-de-unhas-impecáveis-e-animadora-de-torcida.
— Total. Estranha mesmo – ouvi outra concordar.
Forcei meus pés a dar alguns passos mais apressados. O ar parecia pesado, impuro... irrespirável demais quando ela estava por perto.
Joshua – ou simplesmente Josh, como prefere ser chamado – e seus amigos riam e mastigavam seus hambúrgueres de carne com a boca aberta do outro lado do pátio.
Ajeitei meus óculos, e comecei a me aproximar deles. Comprimi meus livros com um pouco mais de força contra o peito. Na verdade eu me senti meio mal quando passei por eles e os burburinhos aumentaram. Dava para sentir os olhares perfurando minhas costas. Quero dizer, eu não sou o tipo de garota que daria tudo para ser como Ashley Phillips nem nada do tipo. Não chega a tanto. Não mesmo.
Atravessei o resto do pátio antes que você possa dizer a palavra: Satânico.
— Hã, Lucy – ouvi Dave dizer – seu violão já está lá dentro – fez ele, animado.
— Ah, obrigado, Dave – disse e sorri levemente.
— Não foi nada. E aí, como foi seu dia?! – ele abriu aquele sorriso de orelha a orelha – pela sua cara não foi o seu melhor dia na escola, certo?
— É, não foi.
— O que foi dessa vez?
— Hm, Dave, eu realmente tenho que ir, ok? Te vejo depois – falei com a voz meio esganiçada.
— A gente se fala – ele disse enquanto se ocupava em esconder a decepção em sua careta.
Dei um sorrisinho e me virei, andando na direção do meu violão.

— Ei, Taylor Swift – Dave chamou – já está na hora – e apontou para o relógio.
Exasperada, olhei para o céu – já escuro – meio que para confirmar e tudo o mais. Mais uma vez atrasada.
Juntei rapidamente minhas coisas e tentando equilibra-las nas minhas mãos e sai daquele pequeno estúdio de rádio abandonado. A antiga rádio da escola. A diretora me deixava ficar ali, já que eu nunca incomodara ninguém, tinha notas boas e blábláblá.
— Deixa eu te ajudar com isso – Dave pegou de minha mão algumas coisas.
— Er, obrigado, Da... – tentei agradecer.
— Tudo bem, tudo bem – murmurou – hoje foi produtivo?
— Acho que sim – o fitei por um momento.
Ficamos em silêncio por um bom tempo até que Dave mesmo o quebrou:
— Hm, Lucy, por que você não “resgata” a nossa velha rádio? Você se daria bem – o peguei olhando para o nada.
— Como assim? – ajeitei meus óculos.
— Bem, reinaugurar a rádio. Faze-la voltar à ativa de novo! – agora ele estava sorrindo para o nada.
— Caramba – era só o que eu conseguia murmurar.
— Pois é. Espantoso que algo que preste tenha saído da minha boca – ele se virou para me olhar – mas e aí, o que acha?
— Parece bem louco – ele retorceu a boca – porém, bem tentador.
De repente, ele parecia bem feliz.

Depois de muito trabalho, conversa e coisas bem sutis – nem queira imaginar – conseguimos reabrir a antiga e pequena rádio da escola.
Eu continuava ensaiando lá. Ashley Phillips e Josh continuavam a me arruinar por dentro. A cada insulto, uma rasgada mais profunda naquela velha ferida aberta e inflamada. E eu só ajeitava meus óculos.
O baile já estava chegando, e a cada dia, mais próximos do baile, mais eu ficava ali, observando as garotas que o padrão de beleza julga ser perfeitas serem convidadas por garotos que compram camisas cada vez menores para dizerem que tem alguma massa muscular no bíceps.

Dia do Baile:
Dave continuava do jeito que sempre foi, prestativo, engraçado, doce.
Em um piscar de olhos, já estávamos no dia do baile.
Eu e Dave combinamos que iríamos ao baile... Mas para ficar, er, trabalhando. É, isso mesmo: trabalhando. Trabalhando na rádio.
Cheguei lá, e, Dave já estava me esperando.
— Precisamos colocar a primeira música – de calças jeans começamos a andar em direção ao estúdio – anda, Lucy.
— Estou indo, Dave, calma.
Não entendia a pressa de Dave. Não mesmo.
— Lucy, veeeem – ele me puxou para dentro do estúdio ainda escuro – feche os olhos, Lucy – e colocou a mão sobre meus olhos.
Ouvi o clic do interruptor e ele tirou as mãos dos meus olhos.
— Ah. Ah. – foi só o que eu conseguir dizer.
Dependurado ali, na minha frente, havia um vestido; e preciso dizer: ele era simplesmente maravilhoso. Totalmente per-fei-to.
Ele devia ter roubado da Cinderela ou algo do tipo. Ele era tão cintilante, tão lindo. Tão... não-feito-para-mim.
— E aí, Lucy? O que achou – ele disse.
— Meu Deus. Ele é tão perfeito – eu respondi, maravilhada.
— É, é para você, Lucy – ele disse parecendo ser algo óbvio.
— Jura?
— Juro.
— Não é possível, certo? – soltei.
— Sim, é possível. Espere um minuto. Fique aí – sibilou.
Sacudi a cabeça afirmativamente, até ele desaparecer. E voltar com um smoking. Tipo, daqueles chiques, que usam em filmes de galã.
— Lucy – sussurrou – quer ir ao baile comigo?
— Mas... e a r-rádio? – grunhi.
— Não se preocupe com nada, está tudo perfeito, só falta você – ele sorriu.
— Como poderia dizer não, Dave?
— Ande, vá se trocar – ele gesticulou para o vestido.
Vesti o vestido-perfeituoso e as sandálias cintilantes, soltei meus cabelos, revelando os grandes cachos loiros.
— Ah, meu Deus.
— Está tão ruim assim?! – me inclinei, tentando me olhar.
— Você está maravilhosa – sibilou – só falta uma coisa... – ele se aproximou, e, tirou meus óculos.
— Hm, pronto! Vamos, estamos atrasados.
Quando sai, bateu uma leve brisa, e, os pêlos da minha nuca se eriçaram.
— Está com frio?!
— Um pouco – admiti.
— Toma – ele esticou uma coisa preta, ele gesticulou para eu pegar a coisa. A fiz, era tipo uma capa – é só o que eu tenho.
— Tudo bem, obrigada – a vesti.
Chegando no ginásio – onde seria a festa – estava tudo combinado com o meu novo vestido e tal.
Dave tirou minha capa de repente. Enrubesci instantaneamente.
Desci as escadas e dessa vez – pela primeira vez –, quando eu passei, os burburinhos não aumentaram. Todos se calaram.
E, de repente, eu reconheci a música que estava enchendo aquele salão.
— O que é isso, Dave? – eu agarrei freneticamente seu braço.
— É sua música, ué – ele deu de ombros.
— Ah, meu Deus. Eu sei, certo? – consegui cuspir as palavras entre os dentes trincados – quero saber o que ela está fazendo aí?
Vi que as pessoas estavam realmente gostando da minha música. Sério! Ashley e Josh estavam do outro lado do salão, me olhando com os olhos arregalados, como se não acreditassem no que viam.
— Dave, isso é coisa sua? – semicerrei os olhos.
Ele deu de ombros de novo, e, apontou para o palco. Lá em cima estava um violão. Não exatamente o meu. Tecnicamente, o dos meus sonhos. Um igualzinho o da Taylor Swift em Our Song.
Me empurraram para lá, as pessoas abrindo o caminho enquanto se ocupavam em abrir mais a boca, espantadas.
Subi lá e simplesmente comecei a acompanhar a música, até que quando me dei conta, ela já havia terminado, e o som que se ouvia era da salva de palmas que inundou aquele salão.
— Eu trabalhei nele por um tempo.
— Ah, Dave.
— Eu sei. De nada – um sorriso brincou em seus lábios rosados.
Senti o meu rosto esquentando, o sangue subindo até ali.
Hoje é o dia mais feliz da minha vida, Dave – e então, fiz uma coisa que nunca imaginaria que eu faria. Inclinei-me, e, finalmente, meus lábios tocaram os deles, e, então eu soube que meu lugar era ali, do lado dele. Ou no palco.
Desejei nunca acordar daquele sonho perfeito. Era o dia mais feliz da minha vida, afinal.

- Pauta para o Once Upon A Time

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Estrela Guia *-*

Sentei na calçada sem me importar com meu vestido branco, ele já não estava o que eu posso chamar de "em-perfeito-estado" As rendas e anáguas com certeza não sairiam ilesas dali. Pelo menos não brancas.
Olhei para o céu, procurando por ela. Pela minha estrela. A mais bonita, cintilante e perfeita. Ela me acalmaria; ou pelo menos iria funcionar como um analgésico de emergência. Vai funcionar.

Desorientada, não conseguia acha-la, por onde andaria minha estrela? Por todos esses anos, ela sempre me ajudou quando eu precisei... Olhar para ela me fazia esquecer tudo que eu havia deixado para trás, ela meio que cicatrizava aquelas feridas abertas, inflamadas.
Finalmente - finalmente! - eu a encontrei. Estava lá, no mesmo lugar de sempre, esperando por mim, pelos meus delírios e desabafos.
Minhas noções geográficas com certeza já não eram as mesmas... fiquei completamente desnorteada quando achei-a. Até que, algo - ou melhor, alguém - me trouxe de volta.
- Ei, você está bem, Marie? - a voz trovejou sedosa em meus ouvidos.
- Steve? - disse, espantada. O que ele estava fazendo ali? - hã, estou bem.
- Você não parece lúcida - os cantos de seus lábios rosados se repuxaram, formando um sorriso.
- Mas estou. Obrigado por se preocupar - disse meia sem-jeito. Apesar dos pesares, eu gostava da sua companhia. Gostava da idéia de olhar minha estrela favorita com Steve do meu lado. Parecia perfeito.
- Você é louca - concluiu. Ele parecia lúcido pelo menos.
- Acho que não - rebati - só estou fugindo, hm, daquilo - apontei para a grande casa barulhenta, há algumas centenas de metros de nós.
Ele se sentou do meu lado.
- Do que exatamente? Da Clair? Ela é boazinha, só está com ciúmes - é, ele não estava lúcido. Chamar a Clair de boazinha é um bom, na verdade um ótimo exemplo disso. Quero dizer ela tecnicamente arruinou o meu vestido jogando todo aquele caldo vermelho em cima de mim, e depois meio que rasgando, fingindo que ia limpar.
- Ela não é boazinha, Steve. Você sabe - fiz uma careta - agora volta para lá.
Ele franziu um pouco o lábio superior, depois mordiscou o inferior e daí mandou:
- Ok - e se levantou, mas antes de se virar me jogou um papelzinho.
O fitei vagarosamente até estar em uma distância segura. Depois abri o papelzinho.
Dizia:
Se cuide, amo você.
Sua estrela-guia, S.
Pasma, olhei para sua silhueta máscula à luz da lua e da minha estrela. Estrela guia?
- Steve! - gritei, minha voz soando esganada.
Ele correu de novo até mim, e roçou seu nariz no meu.
...E de repente, esqueci minha estrela dependurada lá no céu, e, o que me prendia ali era ele. E deixei que minha estrela-guia - que, agora tinha um nome. Steve - me guiasse. Para longe de meus tormentos, para dentro de si, com seu beijo alucinante.
-
GIIIIIIIIIRLS *o*
Hey (: quanto tempo sem postar aqui né? Desde sexta, eu acho. Pois é, queria me desculpar. Mesmo. Foi aniversário da minha vó, e, na manhã da sexta-feira, meu pai me acordou do nada e perguntou se eu queira viajar para MG para ir na festa que ia ter e dar um pulinho lá na roça. Bem, é claro que eu aceitei. Estava com taaaaaanta saudade do povão lá de Minas :D enfim, fui na sexta de manhã e só voltei hoje, segunda, de tarde. Cheguei aqui de noite já, e arrumei um tempinho para contar para vocês o motivo da minha falta-de-posts, haha.
Bom, agora vamo que vamo né?! ali em cima só um texto bem simpleszinho e imbecil, porq eu já tenho que ir me deitar. Acordar cedo amanhã T_T
ah, cara, Twitter vicia. tome cuidado :O adoooooro!
bjs, M.
:*

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Our Day :}

— Você confia em mim, certo? – ela apertou minha mão com mais força. Lizzie podia ser pequena, baixinha. Mas nunca duvide da força que ela tinha. Suas mãozinhas tinha um aperto de aço, vou lhe contar - eu sou forte o bastante, Bia. Eu consigo sair dessa, ok?!
— É claro que eu confio – a fitei por um segundo, com os olhos já embaçados. Um segundo a mais e elas iriam transbordar. As lágrimas, quero dizer.
— Então – ela começou – Pare. Com. Isso. Agora. Mesmo. – sibilou ela, semicerrando os olhos.
— T-tá – funguei.
Ela enxugou as lágrimas que haviam caído, e, apertou os lábios formando uma linha rígida.
— Quer que eu... hm, busque algo?
— Eu ainda não estou morta. Só, hã, impossibilitada; mas do mesmo jeito, não. Ei não quero nada.
— Cale a boca, Liz.
— Essa é minha garota.
Nós duas rimos, como nos velhos – e bons – tempos.
Olhei minha amiga, ali, naquela cama de hospital. Fraca, porém forte. Pálida, porém corada. Em cacos, porém graciosa. Doente, porém, minha amiga.
Aquele quarto não parecia nada com Liz, tão... hospitalar. Sem cor, sem enfeites, sem vida – qual era o propósito? Ser igual quanto ao futuro de seus antigos habitantes? As paredes de um verde já desbotado, em alguns pontos, a pintura já estava mofada. A minúscula televisão. E aqueles aparelhos – para mim, assustadores – fazendo bips e ruídos que faziam um nó subir e descer em minha garganta.
Lizzie merecia um quarto melhor, francamente.
— Bia? – ela chamou, e, eu estremeci.
— Diga – consegui dizer, mesmo com os lábios entorpecidos.
— Me promete uma coisa? – ela falou com a voz na passando de um murmúrio, só eu seria capaz de escutá-la.
— Diga – repeti, ainda com os lábios entorpecidos.
— Se algo acontecer comigo, eu quero que saiba... – ela foi interrompida por mim mesma. Tampei sua boca seca, com minha mão trêmula, o mais cuidadosamente possível.
— Shiiiiu – fiz eu, olhando além da janela – literalmente.
Ela afastou minhas mãos, com um movimento fraco, mesmo tendo força, hm, digamos suficiente para isso. Mas, ela me derrotou só com o olhar. Por Deus.
— Se algo acontecer comigo, eu quero que saiba – tornou a repetir de modo suave – que nunca vou esquecê-la. Nunca. Por todos esses anos, você tem sido uma amiga tão perfeita para mim, você já é essencial para minha existência; sinceramente, não sei o que seria de mim sem você. Obrigado por tudo... Você merece tudo, e mais um pouco. E, desculpe se eu não sou... er, completa.
— Ah, Liz – afaguei seu rosto abatido.
— Me faltam palavras, amiga. Mas, resumindo, é isso – uma lágrima brotou em seus olhos. Ela se reconfortou em minha mão.
Eu também, de repente, estava aos prantos. É, isso mesmo: aos prantos.
Eu não conseguia falar nada, por isso não falei.
— Eu te amo – ela finalizou, soltando uma lufada de ar.
— Amo... você, t-também – murmurei entre os soluços.
E, então, eu senti. Ela se fora.
Olhei incrédula para seus olhos e para seu corpo flácido, procurando desesperadamente algum sinal vital.
Nada.
Me levantei, meio tonta, escancarei a porta, e, gritei o mais alto possível por uma enfermeira. Voltei para perto de Liz, e, tudo que quebrava o silêncio mórbido daquele lugar era o Piii dos aparelhos mostruosos. Uma dor terrível se apoderou de todos os meus músculos. Tive de me lembrar de como se respira.
As lágrimas banhavam meu rosto, e, o cabelo todo colado por ali, me impedia de ver o rosto de minha amiga.
Por que a enfermeira demorava tanto?! Meu Deus!
Soltei um gemido mais forte desta vez. E mais agudo.
Ouvi passos apressados, e, me aproximei do corpo de Liz.
— Estou aqui – sussurrei ao pé do seu ouvido, mesmo sabendo que ele não estava ouvindo – para sempre.
Finalmente – finalmente! – chegaram o batalhão de branco.
Eles me empurraram para fora dali – simplesmente me enxotaram – e eu sentei em alguma coisa, sem me importar com nada, me agarrava ao meu terço freneticamente.

30 minutos. 40.
O silêncio era mais ensurdecedor que nunca, e, o tempo simplesmente não passava.
A porta se abriu e, eu pulei para a pessoa que havia saído de lá. Infelizmente não fecharam a porta o quão rápido necessário e eu vi. Vi Liz lá, ainda imóvel e lívida.
Nada mais fazia sentido ali. A lei da gravidade também não, e então, eu só vi a escuridão. Sua idiota egoísta.
— O que... ela vai ficar bem? – forcei meu corpo a dizer antes de perder completamente os sentidos.
— Ela vai ficar bem sim. Uma parada cardíaca, um susto muito grande. Porém, nada de risco de vida. Você foi rápida, garota – ouvi o médico esclarecer – agora fique calma, querida – disse ele em tom afável. E eu aceitei a dica. Ela ficaria bem.
Meses depois, ali estávamos nós, rindo, comendo cheesebúrgueres, soltando coca-cola pelo nariz, jogando conversa fora, passeando no shopping, fofocando pelo MSN, enlouquecendo nossos pais, telefonando uma para outra, pulando, saindo, se divertindo, paquerando, namorando, comprando coisas inúteis, falando bobagens, curtindo.
Vivendo, afinal. Uma vida "à la dua".
Uma palavra. Um sentimento. Duas almas, depois disso, um só coração.

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Gente, sei lá, mas eu sei que o começo disso ficou bem melancólico, então, resolvi deixar o final bem feliz e pá. Não sei se vocês gostaram, já que não ficou lá essas coisas :P

Enfim, dedico as minhas amigas (virtuais também! acho que principalmente, é uma conecção incrível, vocês precisam ver *-*), aos meus amigos. A todos que merecem :B

Feliz Dia Dos Amigos!

/atrasado, mas revele, o que vale é a intenção, não é mesmo? .-.

Ah, muuuuuito obrigado pelos comentários. Estou amando todos :) a visita e a opinião de vocês é super-importante para esse (como diz a Cary) humilde blog :D continuem comentando, viu?! Eu retribuo a visitinha sim, pode até demorar, mas retribuo com certeza. Se não, é porq algo terrível aconteceu ou simplesmente porque dá erro e eu não consigo comentar D: isso mesmo, não consigo!

Bom, é isso aí.

beijos, M. :*